Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Ficção científica: por que algumas histórias parecem prever o futuro

Retratadas em filmes, livros, teorias e séries, as especulações sobre o futuro da sociedade seguem na pauta do interesse


				Ficção científica: por que algumas histórias parecem prever o futuro

Há décadas, a ficção científica imagina como a tecnologia e as transformações sociais podem mudar a vida humana. De viagens espaciais a inteligências artificiais, passando por cidades distópicas e sociedades controladas por governos autoritários, o gênero usa o futuro para explorar possibilidades que nem sempre parecem tão distantes da realidade.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Um exemplo recente é Devoradores de Estrelas, de Andy Weir, adaptado para as telonas. O longa parte de conceitos científicos reais para imaginar uma missão espacial capaz de determinar o futuro da humanidade. Décadas antes, outras obras também levaram tecnologias e conceitos existentes a cenários que, com o passar do tempo, deixaram de parecer tão improváveis.

Leia também

Filmes como 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) e Blade Runner (1982), por exemplo, imaginaram tecnologias e relações entre humanos e máquinas que continuam presentes nas discussões atuais. Na literatura, obras como Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, e Neuromancer, de William Gibson, também exploraram conceitos que posteriormente ganharam versões no mundo real.

Mas será que a ficção científica realmente prevê o futuro? Para especialistas e autores do gênero, essas obras dizem menos sobre o que vai acontecer do que sobre os problemas e possibilidades do presente.

Shorts Youtube
Play
JHC cria agenda própria e deixa campanha ao governo em modo espera

JHC cria agenda própria e deixa campanha ao governo em modo espera

Play
Em primeira aparição após diagnóstico, Lito Sousa pede tratamento experimental #alagoas #tvgazeta

Em primeira aparição após diagnóstico, Lito Sousa pede tratamento experimental #alagoas #tvgazeta

Play
🚨🚨 URGENTE 🚨🚨  Davi não comparece à luta com Rico, no Rancho do Maia #alagoas #tvgazeta

🚨🚨 URGENTE 🚨🚨 Davi não comparece à luta com Rico, no Rancho do Maia #alagoas #tvgazeta

Play
Renan projeta nova gestão com Lula e diz que Bolsonaro agiu contra Alagoas

Renan projeta nova gestão com Lula e diz que Bolsonaro agiu contra Alagoas

Play
Paulo Dantas critica PSDB e diz que servidores não sabiam quando receber

Paulo Dantas critica PSDB e diz que servidores não sabiam quando receber

“Toda ficção científica é, na verdade, sobre o presente, questões do presente, não sobre o futuro. Até por isso, parte das obras de ficção são chamadas de ‘conto de advertência’: são críticas ao presente e alertas sobre o futuro. Quando algo dessas obras se torna real ou quase, é um sintoma de que a crítica feita lá atrás fazia sentido”, explica o escritor Danilo Heitor.

Ficção científica nos livros e nas telas

Avatar: O Caminho da Água, de 2022, é o filme de maior bilheteria nos cinemas globais nesta década. A produção, sozinha, arrecadou US$ 2,33 bilhões.

Outro exemplo de sucesso é o filme Duna: Parte Dois, que somou US$ 714 milhões mundialmente.

No streaming, séries como Stranger Things e Black Mirror, que trabalham com ficções científicas, são dois exemplos de sucesso nos anos 2020.

Com diversas temporadas, conquistaram o público e dominaram, por semanas, o top 10 da Netflix.

Quando o assunto é literatura, o grande destaque é a trilogia Jogos Vorazes.

A ficção científica trabalha com distopia e pós-apocalipse, em um futuro com uma nova nação controlada por mandatários políticos da Capital.

Os livros da saga têm mais de 100 milhões de exemplares comercializados e foram adaptados para os cinemas e geraram US$ 3,3 bilhões em bilheterias.

Quando a ficção encontra a realidade

Um dos exemplos mais conhecidos é 2001: Uma Odisseia no Espaço, dirigido por Stanley Kubrick em 1968. O filme apresentou telas interativas, comunicação por vídeo e uma inteligência artificial capaz de conversar com humanos — tecnologias que, décadas depois, passaram a ter equivalentes no cotidiano.

Na literatura, Vinte Mil Léguas Submarinas, publicado por Júlio Verne em 1869, descreveu o submarino Nautilus décadas antes do desenvolvimento dos submarinos modernos.

Já Neuromancer, de William Gibson, publicado em 1984, ajudou a popularizar o conceito de “ciberespaço” e imaginou uma sociedade profundamente conectada por redes de computadores, antecipando discussões que se tornariam centrais com a expansão da internet.

Para o escritor Eduardo Magela Rodrigues, esses casos não significam necessariamente que os autores tenham previsto o futuro. “Trata-se de um exercício de extrapolação de possibilidades tecnológicas que resultou em acertos notáveis ao longo dos anos. As ‘previsões corretas’ são frutos mais do interesse pela ciência do que um exercício de futurologia propriamente dito”, explica.

Ficção científica prevê o futuro?

A capacidade de imaginar diferentes futuros também permite que a ficção científica funcione como uma forma de crítica. Muitas obras levam problemas do presente ao extremo para explorar as possíveis consequências de desigualdades, autoritarismo, crises ambientais e do uso descontrolado da tecnologia.

Produções como Duna, Silo e Paradise, por exemplo, usam diferentes cenários futuristas para discutir questões políticas, sociais e ambientais. Mais do que determinar como será o futuro, essas histórias exploram o que poderia acontecer a partir das escolhas feitas no presente.

Nesse sentido, uma obra pode errar ao imaginar determinada tecnologia e ainda acertar ao identificar uma discussão que se tornaria importante anos depois.

A ficção influencia a ciência?

A relação também pode acontecer na direção contrária. Enquanto escritores e cineastas se inspiram em descobertas e tecnologias reais, cientistas podem encontrar nessas obras referências ou estímulos para pensar em novas possibilidades.

Danilo Heitor ressalta, porém, que a ficção científica não é produzida necessariamente para orientar o desenvolvimento científico.

“A arte se inspira sim na ciência, e muitas vezes a ciência também se inspira na arte, mas as obras são advertências sobre os perigos e as consequências do que a ciência está desenvolvendo. A ficção científica está mais preocupada com o mundo e a sociedade do que com a ciência em si.”

Eduardo Magela Rodrigues acrescenta que, ainda assim, uma ideia criada pela ficção pode eventualmente inspirar um cientista.

“Isso, no entanto, não impede que meu devaneio futurístico forneça um insight para algum cientista. De qualquer forma, os cientistas estarão sempre com a parte mais complicada do processo”, afirma.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas