Vídeo: moradores denunciam uso de imóvel abandonado para consumo de drogas na Pajuçara
Comunidade do bairro cobra uma solução das autoridades
O imóvel abandonado na Rua Quintino Bocaiuva, no bairro Pajuçara, em Maceió, será alvo de providências da Prefeitura após moradores denunciarem o uso do local por pessoas em situação de rua para consumo de drogas e queima de fios de cobre. A situação tem provocado insegurança na região e já levou a comunidade a pagar pela instalação de barreiras para impedir o acesso ao imóvel.
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Segundo moradores, a ocupação do espaço ocorre principalmente durante a noite. Eles relatam que grupos se reúnem no local, consomem drogas e ateiam fogo em materiais. Um princípio de incêndio chegou a ser registrado no imóvel.
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Os populares decidiram se mobilizar para tentar impedir novas invasões. Eles arrecadaram dinheiro para comprar materiais de construção e contrataram um pedreiro para fechar uma porta e uma janela da propriedade.
A tentativa, porém, não resolveu o problema. De acordo com os moradores, as estruturas foram quebradas no mesmo dia e precisaram ser refeitas posteriormente.


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A comunidade cobra uma solução das autoridades, principalmente por se tratar de uma área próxima à praia e com pousadas e hotéis.
Prefeitura promete fiscalizar imóvel
A Secretaria Municipal de Segurança Cidadã informou que imóveis abandonados ocupados irregularmente representam um problema recorrente em diferentes pontos de Maceió. Segundo o órgão, a Prefeitura realiza ações de fiscalização e ordenamento.
Quando o imóvel é particular, porém, o poder público precisa identificar e responsabilizar o proprietário. As denúncias podem ser encaminhadas pelo canal [email protected], acompanhadas de fotos, vídeos e da localização do imóvel.
A partir da denúncia, uma equipe pode ser enviada ao endereço. Em situações que envolvam criminosos ocupando o espaço, a Guarda Municipal também pode ser acionada. O proprietário é identificado por meio dos registros do imóvel no sistema de IPTU e, posteriormente, notificado.
Caso não adote as medidas necessárias, o responsável pode ser multado. A penalidade pode ser aumentada se a situação persistir e ainda resultar em execução fiscal.
