Mário Marroquim comenta criação de livro e memorial do CRB: “Resgate do clube e da cidade”
Presidente explicou trabalho de curadoria e desenvolvimento do projeto não apenas para os torcedores e para a sociedade
A semana do CRB foi repleta de comemorações. Do reconhecimento por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de nove títulos estaduais ao recebimento do Certificado de Clube Formador, com a criação de um livro e de um memorial para eternizar o passado e desenvolver o futuro. Em entrevista à TV Gazeta de Alagoas, o presidente regatiano, Mário Marroquim, falou sobre esses pontos, e como pretende solidificar o clube com ações dentro e fora de campo.
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O primeiro passo é a criação de um memorial para resgatar as conquistas ao longo de quase 115 anos de fundação. O espaço, ao lado do Casarão do Galo, vai servir também como ponto turístico para que a história seja registrada e lembrada.
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“Resgatar a história dos clubes é resgatar a história da cidade. O CRB tem 114 anos. Trazer para os dias de hoje fatos que ocorreram há mais de 100 anos, resgata a cidade, a cultura. A gente tem um envolvimento muito mais amplo. Deixava a gente triste quando chegava no CRB e tudo estava solto. Por isso que muitas coisas se perdem no meio do caminho, justamente pela desorganização. Trazer para o dia de hoje, compilar tudo e colocar dentro de um memorial, que nada mais é do que um museu vivo. Fundamental para resgatar a história do clube e da cidade também, que se mistura”, disse.
Sobre o livro que conta a história do clube, Marroquim destacou que pretende desenvolver uma trilogia: primeiro, da fundação até a conquista do agora decacampeonato, em 1927; segundo, até o fim da década de 1960; e, por último, da criação do Estádio Rei Pelé aos dias atuais.


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“A nossa ideia é criar uma trilogia. Primeiro, do nosso início, de 1912 até o deca, até 1927. Essa sequência que coroa o início do clube. A gente vai fazer uma edição especial. Tem fatos históricos, imagens maravilhosas, a leitura vai ser muito prazerosa. Depois, vai fazer um livro de 1928 a 1969, porque 1970 iniciou a era do Rei Pelé. O terceiro livro se dá do Estádio Rei Pelé, em 1970, para o período atual. Vai ter uma sequência da nossa história, contando diversos casos, passagens, resgatando e não permitindo mais que as gerações futuras não saibam o que aconteceu lá atrás”, explicou o mandatário.
