Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Frequência sexual não está associada ao nível de paixão, sugere estudo

Frequência do sexo não mede a intensidade do amor, aponta estudo australiano que relaciona vida sexual a outros fatores


				Frequência sexual não está associada ao nível de paixão, sugere estudo
Magnific.

Não é incomum que as pessoas associem a frequência das relações sexuais ao nível de paixão entre um casal. Um novo estudo publicado na revista científica Current Sexual Health Reports, porém, contraria essa crença. Segundo a revisão, fatores como intensidade do desejo, força dos sentimentos, pensamentos constantes e nível de dedicação não foram capazes de prever com que frequência o casal transa.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Em contrapartida, a pesquisa reforçou que o início do relacionamento, sim, está associado a uma maior frequência sexual. Jovens adultos relataram uma média de 3,5 relações por semana, enquanto casais casados registraram, em média, uma relação semanal.

Leia também

“Surpreendentemente, os cientistas não costumam investigar a frequência sexual em pessoas que vivenciam o amor romântico”, destacou Adam Bode, pesquisador da Universidade de Melbourne, na Austrália, e líder da revisão, em entrevista a um portal internacional.

O que dizem os dados

Shorts Youtube
Play
Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Play
“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Play
Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Play
Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Play
Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Os dados sugerem que a frequência das relações sexuais está mais relacionada a um amor estável do que à intensidade da paixão. Além disso, pesquisas de neuroimagem indicam que, após cerca de um ano de relacionamento, a frequência do sexo pode diminuir, mesmo quando o casal continua vivenciando sentimentos intensos.

A revisão também cita uma análise que identificou quatro perfis amorosos: leve, moderado, intenso e libidinoso. Embora o grupo classificado como intenso apresentasse níveis mais elevados de romance e compromisso, o grupo libidinoso fazia mais sexo — quase dez vezes por semana — e demonstrava maior energia e abertura para novas experiências.

Os pesquisadores também observaram que esse grupo fazia maior uso de antidepressivos da classe dos ISRS, o que, segundo a análise, sugere que o entusiasmo característico do início do relacionamento pode superar o efeito colateral desses medicamentos sobre o desejo sexual.

Surpresa para o pesquisador

Ao final, o próprio líder do estudo afirmou ter se surpreendido com os resultados. “Para ser honesto, fiquei um pouco surpreso com a baixa frequência média de relações sexuais entre jovens adultos apaixonados. Na minha experiência pessoal, quando eu era jovem e apaixonado, fazia sexo com essa frequência todos os dias. Então, acho que sou um pouco atípico”, concluiu.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas