CBF investiga suspeita de manipulação envolvendo Lucho Acosta, do Fluminense
Jogo entre Fluminense e Bragantino, disputado em 17 de julho, é alvo de análise da CBF por cartão amarelo de Acosta

O meia Lucho Acosta, do Fluminense, é investigado por suspeita de manipulação em lance que resultou no cartão amarelo do jogador contra o Red Bull Bragantino. A informação foi confirmada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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O lance envolvendo Lucho Acosta aconteceu no dia 17 de julho, na partida entre Fluminense e Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro. A Fifa emitiu um alerta sobre o caso e a CBF pediu à entidade máxima do futebol um relatório com mais informações.
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O lance
Lucho Acosta foi punido com cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo contra o Bragantino. O atleta foi advertido durante confusão generalizada após falta de Canobbio em Lucas Barbosa, que responde com um empurrão no atleta do Fluminense.


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Na ocasião, Acosta, que estava distante, correu em direção a Barbosa e empurrou o atacante do Bragantino. O jogador argentino ainda recebeu golpes de Gustavo Marques e Alex Vinicius.
Uma casa de apostas reportou um volume anormal de apostas no cartão amarelo do meia e avisou a uma empresa contratada pela Fifa, que monitora jogos de futebol.
Julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Lucho Acosta foi inocentado pelo lance.
Confira a nota oficial da CBF sobre o caso
“A CBF recebeu, através da FIFA, alerta da Sportradar apontando suspeita de manipulação de competição relativo ao recebimento de cartão amarelo pelo atleta Luciano Acosta, do Fluminense, na partida disputada em 17 de julho de 2026 contra o Red Bull Bragantino, no âmbito do Campeonato Brasileiro, Série A.
Conforme protocolo interno, em menos de 72 horas após seu recebimento, o alerta foi compartilhado com autoridades públicas (Polícia Federal e Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) e com organismos disciplinares desportivos (Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, Procuradoria Geral junto ao STJD e Comissão de Ética do Futebol Brasileiro).
A CBF, como de praxe, agirá com a cautela necessária e informa que solicitou à FIFA relatório circunstanciado com mais informações sobre o caso.”
