MDB oficializa neutralidade na disputa ao Planalto e libera diretórios
Partido decidiu que não irá apoiar nenhum candidato à Presidência da República

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) decidiu, em convenção nacional nesta segunda-feira (27/7), que não apoiará nenhum presidenciável para as eleições de 2026. O partido afirmou que irá liberar os diretórios estaduais para a formação de alianças estaduais com foco na eleição de governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.
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Segundo o MDB, o foco neste pleito será apenas no fortalecimento das bases estaduais para garantir resultados positivos em todo o país.
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O partido confirmou 10 candidatos a governadores, sete postulantes a vice-governadores e 20 filiados ao Senado.
Confira:


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Governador
Espírito Santo: Ricardo Ferraço (reeleição ao governo).
Alagoas: Renan Filho (governador).
Goiás: Daniel Vilela (reeleição ao governo).
Maranhão: Orleans Brandão (governador).
Minas Gerais: Gabriel Azevedo (governador).
Pará: Hana Ghasan (reeleição ao governo).
Paraíba: Cícero Lucena (governador).
Paraná: Rafael Greca (governador).
Rio Grande do Sul: Gabriel Souza (governador).
Rondônia: Pedro Abibo (governador).
Vice-governador
Acre: Jéssica Sales (vice-governadora).
Bahia: Geraldo Júnior (Reeleição como Vice-Governador).
Rio de Janeiro: Jane Reis (vice-governadora).
Rio Grande do Norte: Hermano Morais (vice-governador).
Santa Catarina: Carlos Chiodini (vice-governador).
São Paulo: Felício Ramuth (vice-governador).
Tocantins: Amélio Cayres (vice-governador).
Senado
Alagoas: Renan Calheiros e Dr. Vanderlei (Senado).
Amapá: Acácio Favacho (Senado).
Amazonas: Eduardo Braga (reeleição ao Senado).
Ceará: Eunício Oliveira (Senado).
Espírito Santo: Rose de Freitas (Senado).
Goiás: Zacarias (Senado).
Maranhão: Roseana Sarney (Senado).
Mato Grosso: Janaína Riva (Senado).
Pará: Helder Barbalho (Senado).
Paraíba: Veneziano Vital do Rêgo (reeleição ao Senado) e André Gadelha (Senado).
Paraná: Alvaro Dias (Senado).
Piauí: Marcelo Castro (reeleição ao Senado).
Rio Grande do Sul: Germano Rigotto (Senado).
Roraima: Teresa Surita (Senado).
Rondônia: Confúcio Moura (reeleição ao Senado).
Santa Catarina: Antídio Lunelli (Senado).
Sergipe: Alessandro Vieira (reeleição ao Senado).
Tocantins: Alexandre Guimarães (Senado).
O presidente da legenda, o deputado federal Baleia Rossi (SP), afirmou que o objetivo é alcançar a eleição de pelo menos 50 deputados federais e 12 senadores.
“Nossa meta é eleger pelo menos 50 deputados federais, uma meta ousada. Eu tenho muita segurança que vamos fazer mais de 45 deputados federais e vamos fazer de dez a doze senadores”, disse.
“Tenho absoluta convicção que vamos ter muito sucesso na Câmara Federal e, da mesma forma, vamos ter muito sucesso no Senado da República”, concluiu Baleia, que é candidato à reeleição a deputado por São Paulo.
Período de convenções
A corrida eleitoral começou uma etapa importante na semana passada com o início do período das convenções partidárias. Nesse processo, que vai até 5 de agosto, os partidos batem o martelo e decidem quem estará nas urnas a partir de outubro.
Na prática, os pré-candidatos viram oficialmente candidatos depois de serem referendados pelos correligionários. As alianças partidárias também se tornam oficiais. No entanto, eles ainda não podem pedir votos, segundo a lei.
Depois das convenções, as siglas têm até 15 de agosto para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, começa oficialmente a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Até lá, pedir votos é expressamente proibido.
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