Eclipse solar total: Lua encobrirá completamente o Sol em 12 de agosto
Durante um eclipse solar total, a Lua fica posicionada entre a Terra e o Sol, encobrindo a estrela central

17/07/2026 às 15:04 • Atualizada em 17/07/2026 às 15:14 - há XX semanas
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Em 12 de agosto, o céu de algumas porções do globo será palco de um fenômeno curioso. Um eclipse solar total está marcado para a data e, segundo a Nasa, poderá ser visto da Groenlândia, Islândia, norte da Rússia, Oceano Atlântico, Espanha e uma pequena parte de Portugal. O evento não será visível no Brasil.
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Durante um eclipse solar total, a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, encobrindo a nossa estrela central. Nos países em que ocorrerá em sua totalidade, o fenômeno deve durar até pouco menos de dois minutos e meio.
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Durante o fenômeno, a Lua bloqueia parcialmente os raios solares, projetando uma sombra sobre a Terra.


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Eclipses totais do Sol ocorrem, em média, a cada 18 meses em algum ponto do planeta. No entanto, para um local específico, o intervalo médio entre cada fenômeno é de 375 anos.
Além dos eclipses totais, há os parciais, em que apenas parte do disco solar é coberto. Este fenômeno ocorre com maior frequência.
O próximo eclipse total que deve passar por alguma área do Brasil só deve ocorrer em 16 de janeiro de 2075: o esperado é que parte dos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais ficarão completamente escuras por cerca de dois minutos.
Já o norte dos Estados Unidos, grande parte do Canadá e da Europa, além do noroeste africano, poderão acompanhar o evento de forma parcial. Ele ocorre quando a Lua não consegue bloquear totalmente o disco solar, deixando o formato do Sol semelhante ao de uma meia-lua.
A observação do fenômeno depende do uso de óculos especializados para ver eclipses durante as fases parciais ou da utilização de filtros especiais para quem irá observá-lo por meio de binóculos ou telescópios, pois os raios emitidos podem causar danos aos olhos. Na fase total, quando a Lua encobre a luz solar, é seguro retirar as proteções.
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