Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Alemanha teve 5.655 mortes a mais em onda de calor histórica

Foram 23.665 mil óbitos de 22 a 28 de junho, contra uma média de 18.179 no mesmo período dos quatro anos anteriores


				Alemanha teve 5.655 mortes a mais em onda de calor histórica

País registrou 23,6 mil óbitos de 22 a 28 de junho, quando recordes de temperatura foram quebrados, contra uma média de 18,1 mil no mesmo período de 2022 a 2025.A Alemanha registrou 5.655 mil mortes a mais que o esperado na penúltima semana de junho, quando o país foi varrido por uma onda de calor extremo que quebrou recordes históricos de temperatura, informou o Escritório Federal de Estatísticas.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Foram 23.665 mil óbitos de 22 a 28 de junho, contra uma média de 18.179 no mesmo período dos quatro anos anteriores. Os dados são preliminares, mas, como apontou o portal n-tv, há 26 anos não morriam tantas pessoas em uma única semana de verão.

Leia também

Naquela semana, o país superou marcas históricas de calor por três dias seguidos. A pior marca, 41,7ºC medidos em 28 de junho, foi registrada em Coschen, em Brandemburgo, no leste do país. Na virada de 26 para 27, o país teve sua noite mais quente, com sufocantes 29,4ºC medidos em Kubschütz, na Saxônia, também no leste do país.

Na mesma época, o calor extremo produziu cenas insólitas na Alemanha, como o asfalto derretido no entorno dos trilhos de bonde em Leipzig, no estado da Saxônia, e autoestradas "estouradas" pelo país.

Shorts Youtube
Play
Problema no gol azulino - 07/07/2026

Problema no gol azulino - 07/07/2026

Play
Derrota Azulina - 06/07/2026

Derrota Azulina - 06/07/2026

Play
Do sonho à frustração - 06/07/2026

Do sonho à frustração - 06/07/2026

Play
CSA intensifica preparação para duelo decisivo na Série D - 02/07/2026

CSA intensifica preparação para duelo decisivo na Série D - 02/07/2026

Play
Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Uma semana antes, de 15 a 21 de junho, as autoridades alemãs contabilizaram 18.427 mortos, muito próximo da média dos quatro anos anteriores para o mesmo período.

Onda de calor castigou boa parte da Europa

Outros países europeus também foram duramente afetados pelo calor no final de junho.

Dados preliminares apontam mais de 4,7 mil mortes adicionais para o período na França, Holanda, Bélgica e Espanha, com a expectativa que o número aumente ainda mais, conforme outros países ainda atualizam seus balanços.

Embora o alto número de mortes esteja muito provavelmente relacionado ao clima extremo, não se pode falar automaticamente em mortes por calor. Esses casos são difíceis de determinar, principalmente quando se trata de idosos e pessoas com doenças preexistentes.

"Que as altas temperaturas têm influência é incontestável — mas em que medida muitas vezes não está claro", disse o diretor médico do serviço de emergência da cidade de Colônia, Alexander Lechleuthner, citado pela revista alemã Der Spiegel.

A crise climática tem tornado ondas de calor mais intensas e frequentes. Por isso, alguns especialistas apontam que as altas temperaturas serão cada vez mais consideradas um fator de risco à saúde.

"Com certeza temos mais mortes associadas ao calor do que ao trânsito", afirmou Uwe Janssens, diretor da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Emergência (DIVI), à Spiegel.

Ao portal t-online, Sebastian Klüsener, diretor de pesquisa do Instituto Federal de Pesquisa sobre População, disse que se o número de mortos nas próximas semanas se mantiver nos níveis esperados em vez de diminuir, é sinal de que o calor provavelmente não só "antecipou" a morte de quem já tinha baixa expectativa de vida, mas também precipitou a morte de pessoas consideradas mais saudáveis.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas