Marlon Araújo explica por que o Brasil caiu mais pela execução do que pela estratégia
Comentarista do Timaço da Gazeta avalia que o plano de Carlo Ancelotti funcionou contra a Noruega, mas a falta de eficiência nas finalizações custou a eliminação da Seleção Brasileira

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06/07/2026 às 11:10 • Atualizada em 06/07/2026 às 11:47 - há XX semanas
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A eliminação do Brasil para a Noruega gerou críticas às escolhas de Carlo Ancelotti, mas Marlon Araújo faz uma leitura diferente da partida. Em análise publicada na Gazetaweb, o comentarista do Timaço da Gazeta defendeu que a Seleção perdeu muito mais pela falta de eficiência do que pelo plano de jogo montado pelo treinador.
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Segundo Marlon, a estratégia brasileira tinha um objetivo claro: impedir que Erling Haaland encontrasse espaços em profundidade. Para isso, o Brasil baixou suas linhas de marcação e abriu mão de controlar a posse de bola.
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Na avaliação do comentarista, a ideia funcionou. Mesmo com menos posse, a Seleção criou as melhores oportunidades da partida. Matheus Cunha sofreu um pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, Martinelli quase marcou de cabeça após cruzamento de Casemiro e Vinícius Júnior obrigou Nyland a fazer uma grande defesa.

“Haaland praticamente não havia encontrado os espaços que costuma explorar, e o Brasil estava muito mais perto de abrir o marcador”, destacou.


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O cenário mudou no segundo tempo. Depois de desperdiçar mais uma chance clara, o Brasil aumentou o poder ofensivo para buscar a vitória e acabou oferecendo espaços para os contra-ataques da Noruega. Haaland aproveitou as oportunidades e definiu a classificação.
Marlon reconhece que as substituições de Ancelotti fazem parte do debate, mas propõe outra reflexão. Para ele, se o Brasil tivesse aproveitado as chances criadas, dificilmente a estratégia seria colocada em xeque.
Na conclusão da análise, o comentarista resume sua avaliação em uma frase: “A estratégia colocou o Brasil na frente do gol. O que faltou foi transformar essas oportunidades em classificação. Em Copa do Mundo, estratégia cria oportunidades. Execução decide quem continua sonhando.”