Irmã de Deolane Bezerra sai em defesa da advogada: "Desumano"
Primogênita teve novo pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo

A irmã de Deolane Bezerra, 38, Dayanne Bezerra, 36, saiu em defesa da advogada novamente na noite de segunda-feira (29). Por meio de várias publicações nas redes sociais, a influenciadora criticou a decisão da justiça em manter Deolane presa preventivamente após um novo pedido de soltura.
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"Deolane é inocente! O que estão fazendo com a nossa família é desumano. A Deolane não é apenas uma pessoa pública; ela é filha, irmã e um dos maiores alicerces da nossa família. Sua ausência tem nos feito sentir que estamos desmoronando", escreveu.
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A sequência de publicações ocorreu dias depois de o Tribunal de Justiça de São Paulo negar o novo requerimento de habeas corpus e utilizar a participação de Bezerra no reality show "A Fazenda", em 2022, como parte da argumentação.
"Ir para um reality show é uma escolha, foi um trabalho em busca de dinheiro e visibilidade. Estar presa durante uma investigação é uma situação completamente diferente, e que jamais deveria existir. Prender para investigar? Ela estava trabalhando, buscando dar uma vida melhor para a filha e para a família. Não se pode tratar essas duas realidades como se fossem a mesma coisa", continuou.


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Algumas horas depois, ela ainda republicou algumas imagens com apelo religioso e compartilhou comentários de seguidores e amigos da primogênita, que também a defendiam e questionavam a decisão do TJSP.
Prisão de Deolane Bezerra
Deolane está detida desde o dia 21 de maio, quando foi deflagrada em uma operação organizada pela Polícia Civil e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Presidente Prudente.
Na época, a investigação apontou que a influenciadora estaria mascarando um envolvimento ilegal ligado a recursos ilícitos do PCC (Primeiro Comando da Capital). Ao todo, ela abriu 35 empresas fantasmas em um mesmo endereço para lavar o dinheiro da facção.
Logo depois que foi presa, a defesa de Bezerra entrou com um pedido de prisão domiciliar, que foi negado pelo ministro Flávio Dino. Posteriormente, ainda foram enviadas mais duas solicitações — uma foi rapidamente negada e, na segunda, o magistrado entendeu não ter competência para julgar, e ela foi arquivada.
