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Por que tantas mulheres acima dos 35 anos estão cansadas, inflamadas e com dificuldade para emagrecer?

Alimentação intencional e equilibrada continua sendo uma das principais ferramentas para modulação hormonal


				Por que tantas mulheres acima dos 35 anos estão cansadas, inflamadas e com dificuldade para emagrecer?

Cansaço constante, dificuldade para perder peso, sono ruim, ansiedade e sensação de que o próprio corpo já não responde como antes. Esses relatos têm se tornado cada vez mais frequentes entre mulheres a partir dos 35 anos.

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A combinação entre rotina intensa, excesso de responsabilidades, alimentação inadequada e mudanças hormonais naturais pode explicar parte desse cenário, mas muitas mulheres chegam ao consultório acreditando que o problema é apenas falta de disciplina.

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“Grande parte dessas mulheres já tentou inúmeras dietas, cortou alimentos, fez exercícios e ainda assim não conseguiu resultados duradouros. Em muitos casos existe um processo inflamatório, alterações hormonais ou mesmo uma sobrecarga física e emocional que precisa ser investigada”.

O fato é que a partir da quarta década de vida - anos antes da menopausa - o organismo feminino passa por alterações importantes. A produção hormonal começa a oscilar gradualmente, afetando energia, sono, humor e composição corporal.

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Entre as principais queixas estão:

• Acúmulo de gordura abdominal;

• Diminuição da massa muscular;

• Maior dificuldade para emagrecer;

• Queda de energia;

• Alterações do sono;

• Ansiedade e irritabilidade;

• Desejo excessivo por doces.

Esses sinais e sintomas também já são característicos de uma inflamação sistêmica de baixo grau, um processo silencioso que pode estar relacionado ao excesso de peso, ao sedentarismo, ao estresse e à alimentação rica em ultraprocessados e/ou com baixa densidade nutricional.

Esse quadro pode favorecer resistência à insulina, aumento do risco cardiovascular e dificuldades no controle do peso corporal.

Além disso, alterações intestinais também podem contribuir para sintomas como distensão abdominal, gases, constipação, disbiose e piora do estado inflamatório.

Por isso a alimentação intencional e equilibrada continua sendo uma das principais ferramentas para modulação hormonal, melhora dos sinais e sintomas além do controle de peso.

Apesar da grande oferta de dietas da moda nas redes sociais, reforço que não existe uma estratégia única para todas as mulheres. O ideal é que o plano alimentar considere:

• Rotina de trabalho;

• Qualidade do sono;

• Nível de atividade física;

• Histórico clínico;

• Exames laboratoriais;

• Preferências alimentares.

Cuidar da saúde vai além da balança e nutrição vai muito além da contagem de calorias.

“O objetivo não é apenas emagrecer. É devolver qualidade de vida para uma mulher que muitas vezes passou anos colocando todo mundo em primeiro lugar e esquecendo de cuidar de si mesma”.

O caminho nem sempre começa com mais suplementos ou mais disciplina, mas reorganizando a fisiologia que sustenta esse organismo.

Luciana Leme

Nutricionista – CRN3: 29.513

Nutricionista com atuação em saúde da mulher, emagrecimento e mudanças hormonais femininas, atendendo mulheres que buscam recuperar energia, qualidade de vida e equilíbrio metabólico).

@lemelunutri – instagram

@lucianalemenutri – Youtube

(11) 97247-2729

*Os artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores, não representando, necessariamente, a opinião da Organização Arnon de Mello.

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