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Na final do Forró & Folia, Dona Dadá aposta na tradição e encanta com espetáculo sobre os andarilhos do Nordeste

Com forró, xote, xaxado e baião, quadrilha apresentou quatro atos inspirados em diferentes grupos de “andejos


				Na final do Forró & Folia, Dona Dadá aposta na tradição e encanta com espetáculo sobre os andarilhos do Nordeste
Ailton Cruz

Os ciganos, os romeiros, os cangaceiros e os artistas circenses foram os homenageados do espetáculo apresentado pela quadrilha Dona Dadá, na grande final do Forró & Folia, na noite desta sexta-feira (26), no Parque da Pecuária. Eles são os “Andejos”, tema que representa, na linguagem nordestina, os andarilhos, aqueles que saem de suas casas percorrendo outros trajetos, seja por motivos de fé, seja pelo estilo de vida, seja para garantir o próprio sustento.

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A coreografia e a trilha sonora do espetáculo contaram com quatro momentos, cada um deles representando um grupo de “andejos”. Sendo fiel à tradição, a quadrilha prezou pelo forró, pelo xote, pelo xaxado e pelo forró pé de serra, além do baião, tocando 13 músicas em 26 minutos de dança sem parar.

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O teatro também teve seu espaço, levando dramatização para contar a história de Aurora, uma jovem que perdeu a mãe e, abalada pelo sofrimento, decidiu pegar seu irmão mais novo e sair sem destino pelos sertões do Nordeste.

A cada caminhada, ela se deparou com os grupos de andejos, trazendo com eles ensinamentos. Se peregrinar era uma busca para se encontrar, ela descobriu que se encontrar era mais do que olhar para fora; era também olhar para dentro de si.

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O projetista Anderson Carvalho afirma que a história de Aurora é contada como uma “estrada da vida”. “A gente mostra que a caminhada não para. Então, enquanto houver sol, enquanto houver amanhã, a gente vai estar sempre caminhando e seguindo em frente”, explicou ele.

Carvalho comenta que, por onde tem chegado, o público tem se emocionado com o tema, principalmente pela forma como ele é mesclado com um sentimento de dor vivenciado pela personagem Aurora: a morte da mãe. “Tem pessoas que permanecem, tem pessoas que vão embora, tem pessoas que trazem alguma mensagem, positiva ou negativa. Enfim, a gente sempre vai aprender com quem chega ao nosso caminho”, explicou ele.


				Na final do Forró & Folia, Dona Dadá aposta na tradição e encanta com espetáculo sobre os andarilhos do Nordeste
Ailton Cruz

Um elemento apoteótico vibrou o público presente ao final da apresentação: fogos de artifício animaram ainda mais a festa, garantindo a surpresa preparada para a plateia e os jurados.

Como marcador, Robson Xavier levou voz, comando e animação. Ele atua nessa função desde o final dos anos 1990, quando tinha apenas 16 anos. Para ele, essa atuação requer responsabilidade. “O marcador faz a função principal de garantir o elo entre a alegria da quadrilha e o público. O marcador pode ser um personagem que faz parte da história ou apenas um observador que narra a história”, considera ele.

Para ele, o marcador precisa, inerentemente, ser criativo. A sua trajetória de cordelista, fotógrafo, poeta, cangaceiro, cantor e violeiro ajudou significativamente a ocupar o papel dentro da quadrilha.

“Eu sou um marcador que não fica preso ao texto, gosto de improvisar e trazer essa improvisação ao público”, afirmou ele, explicando que sua preparação foca na gestão humana, para que as pessoas olhem para ele e confiem na sua tarefa como marcador. Além disso, ele também evita ingerir bebida alcoólica antes das apresentações e faz treinamentos com fonoaudiólogos.

Na final, a trilha sonora passou por músicas de Elba Ramalho, Luiz Gonzaga e Almir Sater, incluindo a emocionante “Tocando em Frente”.

“A gente conquista o público aos poucos. Chega um momento em que a gente vem com o ápice, quando vai conquistar de fato. Foi apoteótico”, afirmou o marcador.

As coreografias foram criadas de acordo com cada grupo que representa os andarilhos. “Logicamente, a gente brinca com outros elementos de outras danças, de outros ritmos, mas a gente dança a quadrilha pisada. Dá para ver a diferença quando você assiste a outras quadrilhas e você assiste à Dona Dadá, por causa dessa tradição”, afirma o coreógrafo, Aysllan Liberato, contando que o processo de criação da coreografia começou em outubro do ano passado.

A quadrilha Dona Dadá tem 17 anos de tradição. Ela nasceu em 2009, na Ponta da Terra, inspirada em Sérgia Ribeiro da Silva, conhecida como Dadá. A quadrilha nasceu com o propósito de resistência e tradição, espelhada em sua criadora, conhecida também como “Suçuarana do Cangaço”.

Em 2025, a quadrilha conquistou o 3º lugar no Festival de Quadrilhas Juninas de Marechal Deodoro (AL), o 3º lugar no concurso Forró & Folia e o 3º lugar na final da etapa metropolitana, em Maceió.

Forró & Folia

A 26ª edição do Forró & Folia começou na segunda-feira (22), em Maceió, no Parque da Pecuária, localizado no bairro do Trapiche. O evento é uma iniciativa da Organização Arnon de Mello (OAM).

A novidade deste ano foi a ampliação do festival para o interior de Alagoas, que aconteceu em Girau do Ponciano. A campeã do interior foi a Sanfona do Rei, que fez uma homenagem a seu Edmilson, conhecido como “Ceguinho do Centro”.

A grande final em Maceió acontece nesta sexta-feira (26), composta pelas cinco quadrilhas com melhores classificações. São elas: Santa Fé, Dona Dadá, Amanhecer do Sertão, A Fazendinha e Luar do Sertão.

Nesta edição, 26 quadrilhas apresentaram seus talentos, misturando cultura, alegria e muita tradição.

O Forró & Folia conta com a parceria da Liqal e da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA), apoio da Origem Energia, Braskem, Rommanel, MRV e Equatorial, além do apoio cultural do Governo de Alagoas e da Assembleia Legislativa.


				Na final do Forró & Folia, Dona Dadá aposta na tradição e encanta com espetáculo sobre os andarilhos do Nordeste
Ailton Cruz

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