Victor Sarro perde a avó e denuncia furto no túmulo da família
Após o enterro da avó, Victor Sarro relata que jazigo da família foi alvo de furto em cemitério de São Paulo
Após se despedir da avó, Victor Sarro comentar um momento delicado vivido pela família, na quarta-feira, 24 de junho. Além de agradecer o carinho recebido de fãs e amigos no velório, o humorista contou que encontrou o túmulo da família sem diversos itens e fez um desabafo sobre o caso.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Titular do programa “Comédia SBT”, Sarro contou que a cerimônia de despedida ocorreu de forma respeitosa e cercada por emoção. No entanto, logo depois, ele afirmou ter se deparado com uma situação que o revoltou ao visitar o jazigo da família em um cemitério de São Paulo.
Leia também
“Foi lindo, foi uma boa despedida. Mas cara, o Brasil deu errado. Esquece. Quem puder, sai daqui. Roubaram o túmulo da minha família. Não tem mais. Não tem mais o portão do túmulo, não tem mais as placas com as fotos dos meus avós, não tem mais os vasos… Roubaram tudo”, afirmou.
De acordo com o humorista, criminosos retiraram o portão do jazigo, as placas com fotografias dos avós e também os vasos que estavam no local. Além disso, ele demonstrou indignação ao comentar o tipo de crime que, segundo ele, ocorreu dentro de um ambiente que simboliza respeito e memória familiar.


Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas
Victor Sarro expõe sua indignação
“Que país é esse, cara, que as pessoas roubam um cemitério? Um cemitério. A pessoa entrou no lugar de maior respeito e roubou um cemitério. Que loucura”, acrescentou. Posteriormente, Victor Sarro voltou a abordar o assunto na área de comentários das publicações. Isso porque alguns internautas afirmaram que furtos em cemitérios acontecem com frequência.
“Ah, isso sempre aconteceu’. Poxa, que bom então que estão roubando geral e não só nós! Que loucura, a gente achar que isso é normal”. Em seguida, ele apontou algo que, na avaliação dele, contribui para a continuidade desse tipo de prática. “Tem gente que compra, aí está o problema! Como pode alguém comprar uma placa de cemitério, visivelmente roubada!”.
