Brasil sofre contra a Alemanha e perde a invencibilidade na VNL
Com a derrota por 3 sets a 2, seleção perde a liderança da tabela

O Brasil perdeu a invencibilidade na Liga das Nações de Vôlei (VNL). Neste domingo (21), na Ankara Arena, na Turquia, a seleção feminina foi superada pela Alemanha por 3 sets a 2, parciais de 24/26, 26/28, 25/15, 25/19 e 14/16.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Destaques do jogo
Leia também
Apesar da derrota, as principais pontuadoras do jogo foram brasileiras: Ana Cristina e Helena, que saiu do banco de reservas, colocaram 21 bolas no chão cada. Pelo lado da Alemanha, Timmer foi o principal destaque, com 16 pontos.
Na tabela


Lula rebate Donald Trump: 'Não se meta nas eleições no Brasil'

Lula critica gastos militares e defende investimentos em países pobres

Deputado estadual Leonam Pinheiro defende o reforço da fiscalização de fogos com estampidos

Ex-prefeito do Pilar declara apoio a Arthur Lira ao Senado: 'político imprescindível'
A derrota custou caro para o Brasil. Com os mesmos 20 pontos que os Estados Unidos, a seleção perdeu a liderança na tabela da VNL pelo saldo de pontos, e agora aparece em segundo lugar.
Como foi a partida
1º set
O jogo foi equilibrado desde o início, mas o Brasil conseguiu liderar a maior parte do set, mesmo que não conseguisse abrir larga vantagem no placar. A Alemanha fazia jogo duro e incomodava o passe brasileiro, principalmente no saque de Timmer. Foi justamente na passagem dela pelo fundamento que a equipe europeia assumiu a liderança, fazendo 19 a 18.
Zé Roberto fez a inversão de 5 e 1, com a entrada de Macris e Kisy, mas o Brasil seguiu com dificuldades de transpor o bloqueio adversário, e a Alemanha encaminhou a vitória por 26 a 24.
2º set
De volta para o segundo set, o roteiro do jogo se repetiu. O Brasil liderou o placar até a metade da parcial, mas sem abrir mais do que dois pontos de vantagem. Enquanto isso, o ataque alemão foi construindo confiança para pressionar as adversárias. Julia Bergmann continuava sendo o principal escape ofensivo da seleção, e a Alemanha passou à frente justamente bloqueando a principal pontuadora brasileira, colocando 15 a 14 no placar.
Zé Roberto optou mais cedo pela inversão de 5 e 1, desta vez com Tainara ao invés de Kisy. O treinador também promoveu a entrada de Helena na vaga de Ana Cristina, que vinha sendo o principal alvo do saque alemão. O Brasil lutou para evitar nova vitória da Alemanha e reagiu na reta final, mas acabou vendo as rivais fecharem a conta por 28 a 26.
3º set
O Brasil veio para o terceiro set com algumas mudanças que funcionaram bem. Helena e Macris permaneceram em quadra, enquanto Diana abriu a parcial com uma passagem avassaladora no saque, fazendo o Brasil abrir 5 a 0.
Com a maior vantagem do jogo no placar e um saque mais eficaz, a seleção teve mais tranquilidade para administrar a parcial. Quando a Alemanha esboçou uma reação, fazendo três pontos em sequência em meados do set, Zé Roberto foi rápido ao pedir tempo técnico. Bastou ao Brasil administrar o jogo até que Helena, em ataque potente na diagonal, fechasse a conta por 25 a 15.
4º set
O equilíbrio voltou a dar o tom do jogo no quarto set, mas o Brasil manteve a dianteira do placar. Com mais eficiência no saque, o bloqueio funcionava bem e Macris conseguia acionar as bolas rápidas de meio com Diana.
A levantadora brasileira variou bem a distribuição de jogo. Macris aproveitou a confiança crescente de Helena no ataque para deixar a jovem jogadora em condições de por a bola no chão, aliviando a sobrecarga de Julia Bergmann.
5º set
O que definiu o tie-break foram os erros cometidos pelas duas equipes, que desperdiçaram boas chances. Mas a Alemanha esteve mais consistente, principalmente com a forte marcação sobre Helena, que vinha sendo um dos destaques do Brasil desde que saiu do banco de reservas.
Ana Cristina assumiu o protagonismo no ataque pela reação brasileira na reta final, mas não foi o suficiente para impedir a vitória alemã por 16 a 14.
