Morte em salto radical: suspeitos dizem não saber por que vítima estava sem corda
Polícia considera que responsáveis assumiram o risco ao não verificar os equipamentos de segurança.

Após serem presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping, três homens não explicaram, em interrogatório, por que a vítima foi lançada sem estar amarrada às cordas.
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Segundo a delegada Andréa Dantas, responsável pelo caso em Limeira (SP), os dois homens que prepararam a jovem para o salto disseram não saber o que aconteceu nos momentos que antecederam a queda. O terceiro homem preso alegou que não era responsável pela instalação da corda e que foi chamado apenas para auxiliar na execução do salto.
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No entanto, a Polícia Civil entendeu que ele também tinha condições de perceber a ausência do equipamento de proteção, já que a corda é grossa e estava enrolada no chão da plataforma.
A defesa dos três acusados considera a morte de Maria Eduarda uma “triste fatalidade” e destacou o histórico de ausência de acidentes envolvendo o trio na prática do esporte.


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Em depoimento, os presos afirmaram que nunca havia ocorrido uma morte durante a prática da atividade sob a responsabilidade deles.
A delegada informou que os três estão desnorteados.
Os três homens foram presos em flagrante por dolo eventual, pois a polícia entendeu que eles não tiveram a intenção de matar, mas assumiram o risco ao deixar de realizar a checagem dos equipamentos, falha que teria contribuído para a morte de Maria Eduarda.
O caso segue sob investigação.
