Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

UPA do Trapiche denuncia venda de atestados médicos falsos por grupos de WhatsApp

Documentos falsificados eram vendidos por R$ 40 via Pix com nome de médica da unidade


				UPA do Trapiche denuncia venda de atestados médicos falsos por grupos de WhatsApp
UPA do Trapiche. Foto: Assessoria

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Trapiche, em Maceió, denunciou um esquema de venda de atestados médicos falsos que estaria sendo realizado por meio de grupos de WhatsApp. Segundo a unidade, os documentos eram comercializados por R$ 40, mediante pagamento via Pix, e utilizavam indevidamente o nome de uma médica prestadora de serviço, além do endereço da unidade e do número do CRM da profissional.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

De acordo com a UPA, os criminosos forjavam os atestados para dar aparência de autenticidade aos documentos. Após tomar conhecimento do caso, a direção da unidade registrou boletim de ocorrência.

Leia também

O delegado Sidney Tenório informou que toda a documentação já foi recebida e será encaminhada ao distrito responsável pela apuração do caso.

O delegado também alertou para as consequências criminais tanto para quem vende quanto para quem compra os documentos falsificados. Segundo ele, o uso de documento falso pode resultar em pena de até três anos de reclusão, além de demissão por justa causa no ambiente de trabalho.

Shorts Youtube
Play
Ataque a tiros deixa cinco baleados no RJ

Ataque a tiros deixa cinco baleados no RJ

Play
Suspeito de integrar alto escalão do PCC é preso no litoral de SP

Suspeito de integrar alto escalão do PCC é preso no litoral de SP

Play
Homem invade igreja, dá soco em bispo e grita: “Avisa para Jesus”

Homem invade igreja, dá soco em bispo e grita: “Avisa para Jesus”

Play
Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Play
Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Já os responsáveis pela falsificação podem responder por crimes como falsificação de atestado médico, falsa identidade, exercício ilegal da medicina e uso de documento falso. Somadas, as penas podem ultrapassar cinco anos de prisão.

A UPA do Trapiche também orientou empresas e instituições sobre a verificação dos documentos emitidos pela unidade. Em nota, a unidade informou que existe um procedimento administrativo específico para autenticação dos atestados médicos apresentados por funcionários.

A polícia segue investigando o caso.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas