CRB tem quatro suspensos para o próximo jogo após ‘chuva’ de cartões contra a Ponte Preta
Comemoração do quarto gol resultou em 13 jogadores advertidos e incomodou presidente regatiano, Mário Marroquim

A vitória do CRB sobre a Ponte Preta foi bastante comemorada, não apenas pelo resultado, mas pela forma como foi construída. Após sofrer dois gols, o Galo buscou a virada por 4 a 2 e acumulou a quarta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro da Série B, conquistada no último domingo (24), no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Porém, a indignação foi generalizada em todo o elenco e direção do Galo pela quantidade de cartões aplicada pelo árbitro Wagner do Nascimento Magalhães (RJ) aos jogadores alvirrubros.
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Foram 12 cartões amarelos após a comemoração do quarto gol do CRB, marcado por Luiz Phellype, já nos acréscimos da partida. O goleiro Fábio Henrique, os zagueiros Wallace e Bressan, o lateral-esquerdo Reverson, os volantes Luizão, Patrick de Lucca e Pedro Castro, o meia Guilherme Estrella e os atacantes Guilherme Pato, Dadá Belmonte, Thiaguinho e Vinícius Nunes foram advertidos.
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Em súmula, o árbitro enquadrou todos os atletas sob a mesma justificativa: “Comemoração de um gol – por sair da sua área técnica e atravessar o campo de jogo para comemorar um gol de sua equipe”.
Além dos 12 jogadores, o meia Danielzinho também recebeu cartão, mas no primeiro tempo, por reclamação.


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As consequências foram imediatas. Bressan, Guilherme Estrella, Guilherme Pato e Dadá Belmonte estavam pendurados e, com três amarelos acumulados, irão cumprir suspensão na próxima rodada, quando o CRB vai enfrentar o Cuiabá às 20h30 do próximo domingo (31), na Arena Pantanal, em Cuiabá.
O fato gerou indignação e revolta do presidente regatiano, Mário Marroquim. Antes da coletiva do técnico Eduardo Barroca, o mandatário fez um pronunciamento com críticas fortes à arbitragem.
“Pela primeira vez, conseguiu amarelar todo o nosso time. O que você fez agora vai repercutir negativamente daqui a uma, duas, três rodadas. Você pendurou todo mundo, tirou jogador nessa rodada e nas outras. Você permite o antijogo. Se aposente, é muito melhor para você. O que você faz é um desserviço para o futebol brasileiro. Não coíbe o antijogo, para toda a jogada. Sempre foi assim. Aqui você não apita mais, não prejudica mais”, disse Marroquim.
