Inocente, homem é solto após ser preso por crime que não cometeu
Defensoria Pública comprovou que documentos do homem inocente foram furtados e utilizados por terceiros para praticar crime

Preso injustamente, um homem foi solto menos de 24 horas depois da detenção, após a Justiça reconhecer a ilegalidade da prisão durante audiência de custódia realizada nessa terça-feira (19/5). O caso contou com atuação da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), que pediu a imediata libertação do detido.
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Durante a entrevista prévia, o homem informou que teve os documentos furtados em 2016. Os advogados responsáveis pela defesa dele, Carlos Costa e Genildo José dos Santos, entraram em contato com a DPDF para relatar a situação e informar que realizavam diligências em Goiás, onde tramitava o processo de execução penal relacionado ao mandado de prisão.
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A partir das informações apresentadas, a equipe da DPDF acessou os autos do processo e reuniu documentos que apontaram uma inconsistência determinante para o caso: a fotografia que estava no processo em Goiás não correspondia à pessoa presa no Distrito Federal. O material foi juntado aos autos e apresentado na audiência de custódia, fundamentando o pedido de relaxamento da prisão.
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