Policiais mortos: Yago Gomes deixou filha pequena; Denivaldo Jardel era pai de três
Agentes foram baleados após ocorrência policial no Sertão de Alagoas; colega de trabalho foi preso após o crime

A morte dos policiais civis Yago Gomes e Denivaldo Jardel, registrada na madrugada desta quarta-feira (20), em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas, causou forte comoção entre familiares, amigos e colegas de corporação.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

As vítimas foram baleadas durante uma diligência policial pelo próprio colega de trabalho, identificado como Gildate Góes, que foi preso em flagrante após o crime.
Leia também
Yago Gomes estava havia cerca de três anos na Polícia Civil de Alagoas (PCAL). Casado, ele deixou uma filha pequena e era considerado pelos colegas um profissional dedicado e comprometido com o trabalho.
Já Denivaldo Jardel era natural de Serra Talhada, em Pernambuco, e pai de três filhos. Recentemente, comemorava momentos importantes na vida pessoal, como o nascimento de uma menina e a aprovação do filho mais velho no curso de Medicina.


Homem morre após acidente de moto em Craíbas

Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo

Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde
Segundo as informações apuradas, os três policiais retornavam de uma ocorrência quando houve os disparos dentro da viatura.
Após o crime, Gildate Góes foi preso em uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, por meio do PELOPES, sob o comando do delegado Rodrigo Rocha Cavalcanti.
Ainda de acordo com as informações levantadas, o policial apresentou comportamento confuso após o ocorrido e afirmou não saber exatamente o que havia acontecido, repetindo apenas que “a cabeça é uma merda”.
Ele foi encaminhado para a Casa de Custódia, onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Alagoas emitiu nota de pesar e decretou luto na corporação. Já a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que as medidas legais e administrativas cabíveis já estão sendo adotadas.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
