
Depois de uma safra marcada por queda no ATR, retração no preço da cana e perdas superiores a R$ 600 milhões para fornecedores em Alagoas, o mercado internacional começa a sinalizar uma possível recuperação para o setor sucroenergético.
As projeções para 2026 apontam déficit global de açúcar, com consumo maior que a produção mundial.
Ao mesmo tempo, usinas alagoanas e brasileiras devem ampliar a produção de etanol, reduzindo proporcionalmente a oferta de açúcar no mercado internacional.
No comentário de hoje, analiso como esse novo cenário pode ajudar o setor da cana em Alagoas após uma das safras mais difíceis dos últimos anos.