Ataques brutais a animais no Agreste de AL passam a ocorrer no início da noite
Novo caso reforça mudança no padrão e amplia preocupação entre os produtores
Os ataques misteriosos a ovelhas no Agreste de Alagoas deixaram de ocorrer exclusivamente durante a madrugada e passaram a ser registrados no início da noite. O caso mais recente foi identificado por volta das 19h dessa quinta-feira (30), no Sítio Logradouro, zona rural de Craíbas.
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Um criador, ao chegar à propriedade, encontrou uma ovelha morta em circunstâncias consideradas incomuns. O episódio reforça uma sequência de ocorrências semelhantes que vêm sendo registradas na região e que já causam prejuízos frequentes aos produtores rurais.
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Na última quarta-feira (29), um caso semelhante foi registrado na zona rural de Arapiraca. Assim como no novo ataque, o horário também chamou atenção: por volta das 20h, indicando a mudança no padrão das ações, que antes eram mais comuns durante a madrugada.
Os registros vêm se concentrando em áreas próximas entre si, envolvendo municípios como Craíbas, Arapiraca e Igaci. Criadores relatam que os animais são encontrados mortos com sinais de ataque, porém sem indícios claros de consumo da carne e, em alguns casos, com suspeita de ausência de sangue, o que aumenta o mistério.


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Com a antecipação dos ataques, o clima de insegurança se intensificou. Famílias que antes redobravam a atenção durante a madrugada agora permanecem em alerta já nas primeiras horas da noite. Muitos produtores passaram a vigiar os rebanhos, instalar câmeras de segurança e reforçar a iluminação das propriedades, além de manter os animais mais próximos das residências.
Apesar das medidas, os ataques continuam sendo registrados, gerando prejuízos e incertezas. A ausência de imagens ou identificação do responsável tem alimentado especulações entre moradores. Enquanto alguns apontam para a ação de um predador ainda não identificado, outros associam os casos a figuras do imaginário popular, como o “chupa-cabra”.

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) informou que acompanha as ocorrências, mas, até o momento, não há conclusão sobre o que estaria provocando as mortes dos animais. As investigações seguem em andamento.

