Estado reconhece situação de emergência e Rio Largo poderá receber recursos para conter 'voçoroca'
Medida foi homologada pelo governo estadual e reconhecida pela União; município deve apresentar plano de trabalho para liberação de verbas

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em uma área de Rio Largo, em Alagoas, após homologação do Governo do Estado. A medida foi adotada devido à gravidade de uma voçoroca que avança na região e ameaça a trafegabilidade, além de colocar em risco moradores e motoristas.
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Segundo a Defesa Civil Estadual, a decisão foi tomada após vistoria técnica realizada no local, quando foi constatada a necessidade de interdição imediata da área.
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“Na última sexta-feira, estivemos em Rio Largo por conta da gravidade da situação. Fizemos o auto de interdição, então o local não pode ser transitado nem por transeuntes nem por veículos”, afirmou o major Douglas Gomes, da Defesa Civil Estadual.
Com o reconhecimento da situação de emergência, o município passa a estar apto a solicitar recursos federais obrigatórios para ações de restabelecimento da área afetada.


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“Quando o Governo Federal reconhece a situação de emergência, a transferência do recurso é obrigatória, desde que cumpridos os requisitos”, explicou.
A partir de agora, a Prefeitura de Rio Largo deve elaborar um plano de trabalho técnico, com apoio da Defesa Civil, detalhando as intervenções necessárias para conter o avanço da erosão e recuperar o trecho afetado.
“Amanhã teremos uma reunião para elaborar um plano de trabalho com laudo técnico de engenharia, dizendo o que deve ser feito e como deve ser feito”, completou o major.
Além da área já incluída no decreto, outras duas voçorocas na região também estão sendo monitoradas pela Defesa Civil Estadual. Caso necessário, a situação de emergência pode ser ampliada para contemplar novos pontos afetados. “Nós já temos conhecimento dessas outras duas e vamos tratar disso na reunião com o município”, afirmou.
A erosão preocupa as autoridades pelo avanço em direção à pista principal e a áreas habitadas, o que aumenta o risco de agravamento da situação caso não haja intervenção rápida.
