Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Neoplasia na região cervical: entenda o diagnóstico que afastou Luis Roberto da Copa do Mundo

Oncologista explica como tumores nessa região são investigados, quais sinais merecem atenção e por que o diagnóstico precoce é fundamental


				Neoplasia na região cervical: entenda o diagnóstico que afastou Luis Roberto da Copa do Mundo
Narrador Luis Roberto. — Foto: Reprodução

O afastamento do narrador Luis Roberto das transmissões esportivas após o diagnóstico de uma neoplasia na região cervical trouxe visibilidade a um termo médico amplo e, muitas vezes, pouco compreendido fora do contexto clínico. Identificada em exames de rotina, a condição ainda está em fase de avaliação para definição do tratamento, o que é comum em quadros desse tipo.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Na prática, o diagnóstico de “neoplasia cervical” não determina, por si só, o tipo de tumor nem sua origem. Trata-se de uma descrição inicial que indica a presença de um crescimento celular anormal na região do pescoço e que exige investigação detalhada para definição do quadro.

Leia também

De acordo com a oncologista Aline Lauda, co-líder nacional de oncologia de cabeça e pescoço da Oncoclínicas, um dos principais pontos de atenção nesses casos é que o pescoço nem sempre é o local onde a doença começa.

“A região cervical concentra cadeias linfáticas importantes, que funcionam como uma espécie de filtro do organismo. Por isso, alterações identificadas ali frequentemente representam tumores que tiveram origem em outras áreas da cabeça e pescoço.”

Shorts Youtube
Play
Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Play
“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Play
Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Play
Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Play
Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Esse grupo inclui diferentes tipos de câncer que podem acometer estruturas como cavidade oral, garganta, laringe, tireoide e glândulas salivares. Além disso, outras doenças também podem se manifestar como uma neoplasia cervical e entram no diagnóstico diferencial, como os linfomas, tumores que se originam no sistema linfático e também podem causar aumento de linfonodos nessa região. Por essa razão, o diagnóstico não se encerra na identificação do nódulo: ele marca o início de uma investigação mais ampla.

Um dos sinais mais comuns nesses casos é o aparecimento de um caroço no pescoço, geralmente indolor. Apesar de, na maioria das vezes, estar relacionado a processos infecciosos benignos, a persistência do sintoma é o principal critério de alerta. “O que orienta a necessidade de investigação é a duração e a evolução do quadro. Um nódulo que não regride após algumas semanas ou que apresenta crescimento progressivo precisa ser avaliado.”

Dependendo da origem do tumor, outros sintomas podem surgir de forma associada, como rouquidão persistente, dificuldade para engolir, feridas na boca que não cicatrizam e dor de garganta prolongada. Isoladamente, esses sinais podem parecer comuns, mas sua persistência exige atenção.

A confirmação do diagnóstico envolve uma combinação de exames clínicos, de imagem e, em muitos casos, biópsia. Mais do que identificar a presença do tumor, o objetivo é localizar o chamado sítio primário e entender a extensão da doença. “Definir de onde esse tumor se origina é fundamental. Isso impacta diretamente na escolha do tratamento e na avaliação do prognóstico.”

Entre os fatores de risco, dois seguem como protagonistas: o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. No entanto, especialistas observam uma mudança no perfil dos pacientes, com aumento dos casos relacionados ao HPV.

“Temos visto uma transição importante no padrão desses tumores. Hoje, o HPV tem um papel relevante, especialmente em tumores de orofaringe, o que reforça a importância da vacinação.”

O prognóstico varia conforme o tipo e o estágio da doença no momento do diagnóstico. De forma geral, tumores identificados precocemente apresentam maiores chances de controle e tratamento bem-sucedido. “Quanto mais cedo conseguimos identificar a doença, maiores são as possibilidades de tratamento eficaz e de preservação de funções essenciais, como fala e deglutição.”

A abordagem terapêutica é individualizada e pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia, muitas vezes de forma combinada. Além disso, o acompanhamento não se restringe ao tratamento oncológico, exigindo suporte multiprofissional.

Embora o caso de Luis Roberto ainda esteja em avaliação, especialistas reforçam que o cenário ilustra a importância do diagnóstico precoce, muitas vezes possível justamente por meio de exames de rotina, como ocorreu com o narrador. Do ponto de vista preventivo, evitar o tabagismo, reduzir o consumo de álcool e aderir à vacinação contra o HPV seguem como as principais estratégias para diminuir o risco desses tumores.

“Prevenção e informação caminham juntas. Reduzir fatores de risco e ampliar o acesso à vacinação são medidas fundamentais para mudar o panorama dessas doenças”, finaliza.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas