Vídeo que circula nas redes sociais entra na investigação do caso Evilly Soares
Material divulgado na internet passa a ser analisado pela Polícia Civil na apuração do sequestro e morte da jovem

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) passou a analisar um vídeo que vem circulando nas redes sociais relacionado ao sequestro e à morte da jovem Evilly Soares, crime ocorrido no domingo (1º), no município de Maravilha, no Sertão do estado.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com informações repassadas nessa sexta-feira (6) pelo delegado Leonardo Amorim, responsável pelas investigações na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 2ª Região, o material divulgado na internet passou a integrar a apuração do caso.
Leia também
Segundo o delegado, o vídeo seria atribuído a um dos supostos executores do crime, que seria um adolescente. A Polícia Civil informou que o conteúdo já está sendo analisado e, diante das informações que surgiram a partir da divulgação do material, foi aberta uma nova linha de investigação.
A nova etapa da apuração busca identificar a possível autoria intelectual do crime.


Doação de sangue em Maceió

Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ
Evilly Soares havia sido raptada enquanto caminhava com um bebê de colo no município de Maravilha. Posteriormente, ela foi encontrada morta na zona rural da cidade de Ouro Branco.
Conforme a Polícia Civil, a autoria material do crime foi esclarecida ainda nos primeiros dias de investigação, por meio de uma ação integrada das forças de segurança. A operação contou com equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar de Alagoas, além do apoio das forças de segurança do estado de Pernambuco.
A ação resultou, inclusive, na prisão em flagrante de um dos executores do crime.
Apesar dos avanços, as investigações continuam para identificar todos os envolvidos. A Polícia Civil informou que o trabalho segue em andamento para responsabilizar tanto os autores materiais quanto os possíveis autores intelectuais do delito.
O caso segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 2ª Região.
*Com assessoria
