Menino autista de 6 anos morreu afogado em estação de esgoto desativada em Maceió, aponta IML
Polícia Civil investiga falhas de segurança em área desativada no Benedito Bentes após corpo de Arthur ser encontrado na quarta-feira
O Instituto Médico Legal (IML) de Maceió confirmou que Arthur Oliveira, menino de 6 anos com autismo não verbal, morreu por afogamento após desaparecer no residencial Parque dos Caetés, no Benedito Bentes, em Maceió. O corpo foi encontrado na quarta-feira (4) na área onde fica a estação de tratamento de esgoto desativada. A mãe relatou que estava levando o filho para a casa da avó, localizada no mesmo residencial, quando Arthur desapareceu na terça-feira à noite.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Horas após o desaparecimento, iniciaram-se as buscas pela criança. No dia seguinte, o corpo de Arthur foi localizado na área da estação de tratamento de esgoto desativada.
Leia também
A Polícia Civil descartou a hipótese de negligência familiar. As autoridades investigam se o local apresenta falhas de segurança que possam ter facilitado o acesso da criança à área da estação. A apuração busca identificar se havia ausência de cercas ou proteção adequada no local.
As investigações ainda não esclareceram como a criança conseguiu acessar a área da estação de tratamento. A família e os vizinhos ainda serão chamados para prestar depoimentos.


ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió
Segundo o delegado Sidney Tenório, caso fique comprovada negligência dos responsáveis pela área, poderá haver responsabilização civil e criminal.
A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), responsável pela estação de tratamento em conjunto com a Sanama, informou que a estrutura operacional é destinada exclusivamente ao tratamento de esgoto e não é acessível ao público. A Casal explicou que a área tem sido alvo de atos de vandalismo que dificultam e danificam os cercamentos e dispositivos de proteção.
As investigações continuam para determinar se houve falhas de segurança no local.

