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Cães farejadores do Corpo de Bombeiros ajudaram nas buscas por servidor arrastado pela enxurrada em Piranhas

Animais atuam nas buscas e são treinados desde filhotes para localizar vítimas

O Corpo de Bombeiros de Alagoas empregou cães farejadores nas buscas pelo servidor público de Sergipe desaparecido após ter o carro arrastado por enxurrada. A operação aconteceu na segunda-feira (3/3) em Piranhas. A cadela Hope participou dos trabalhos de rastreamento. A corporação conta com seis animais treinados para localizar pessoas desaparecidas.

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A equipe recebeu apoio da prefeitura e dos bombeiros locais. Os profissionais coletaram informações sobre o caso antes de iniciar o rastreamento em direção ao rio.

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Treinamento inicia aos 45 dias de vida

O adestramento dos animais começa quando os filhotes têm cerca de 45 dias de vida. O período de preparação é longo até que estejam aptos para operações reais. " O trabalho é muito importante, como você bem colocou. Inicia-se desde filhote, cerca de 45 dias de vida. E o produto final é que eles conseguem encontrar, eles conseguem localizar pessoas vivas ou pessoas mortas", afirmou o sargento Alvorável.

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Os cães são capacitados para localizar pessoas vivas e mortas. O treinamento inclui trabalho de descarte de área. Os animais atuam em diferentes cenários. Eles identificam vítimas em deslizamentos, escombros e áreas de mata.

Dois tipos de rastreamento disponíveis

A corporação trabalha com duas modalidades de cães farejadores. O primeiro tipo é o de varredura. O segundo é o de odor específico.

O cão de odor específico usa peças de vestuário da vítima para rastrear a pessoa. Blusas ou bonés servem como referência para o animal. A equipe coleta informações ao chegar na ocorrência. A escolha da modalidade depende das características do caso.

Parceria frequente com Polícia Civil

A Polícia Civil aciona regularmente o canil do Corpo de Bombeiros. As solicitações visam localizar pessoas desaparecidas. "Sim, principalmente ocorrências de busca em apoio à Polícia Civil, que ultimamente a instituição Polícia Civil tem acionado bastante o câmbio aqui do Corpo de Bombeiros e a gente tem dado esse apoio no sentido de localizar as pessoas desaparecidas", afirmou o sargento Alvor.

Canil possui seis animais

O Corpo de Bombeiros mantém seis cães no canil. Parte dos animais foi adquirida pela própria corporação. Outros chegaram por doação de instituições parceiras.

A cadela Keik, da raça Labrador, foi recebida recentemente do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. "Nós hoje contamos com seis cães. Dentre esses seis cães, nós temos cães que foram adquiridos pelo Corpo de Bombeiros e temos cães também que vieram mediante doação de outras instituições. Recentemente, nós recebemos a Cadela Roupe, a Cadela, perdão, a Cadela Keik, que é da raça labrador, do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro", declarou o sargento.

Os cães auxiliam em diversas operações. Eles atuam nas buscas por corpos. Os animais também detectam explosivos e drogas.


				Cães farejadores do Corpo de Bombeiros ajudaram nas buscas por servidor arrastado pela enxurrada em Piranhas
Reprodução/TV Gazeta

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