Jornalista da TV Gazeta detalha cenário de destruição em Piranhas após chuvas; vídeo!
Amorim Neto mostra ruas interditadas, acesso ao Centro Histórico bloqueado e rompimento de rodovia após temporal

Greyce Bernardino
28/02/2026 às 11:08 • Atualizada em 28/02/2026 às 19:19 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
O jornalista Amorim Neto, da TV Gazeta, esteve em Piranhas e gravou um vídeo mostrando o cenário de destruição deixado pelas fortes chuvas que atingem o município desde a noite dessa sexta-feira (27).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Segundo o repórter, ele chegou à cidade ainda durante a tempestade. “Eu cheguei aqui em Piranhas ontem à noite, bem na hora da chuva. Era uma tempestade e ela foi se intensificando por volta das 11 horas da noite, meia-noite, 1 hora da manhã, e começou a inundar muitas áreas da cidade. Ficou um caos. Hoje de manhã é que a gente pode ver os reflexos dessa chuva”, relatou.
Leia também
Amorim Neto mostrou que a principal rua de acesso ao Centro Histórico está interditada. “Olha como ficou a rua de acesso ao Centro Histórico. Acesso interditado. Só entra no Centro Histórico por uma rota chamada Rota do Chico, que é uma via nova, uma estrada nova que foi construída”, afirmou.
Ainda conforme o jornalista, os estragos foram registrados em vários pontos da cidade. “A gente está caminhando pela cidade e mostrando os estragos que foram feitos”, disse.


CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro
A situação mais grave foi registrada na rodovia que liga Piranhas a Canindé de São Francisco, em Sergipe. De acordo com o repórter, a pista se partiu ao meio pouco antes da ponte sobre o Rio São Francisco. “Uma cratera enorme foi aberta pela força da água de um riacho que se transformou em um rio, com muita correnteza, deixando o acesso isolado entre os dois estados”, explicou.
Toda a situação está sendo acompanhada pelos veículos da Organização Arnon de Mello (OAM).