Presidente do Conselho do CRB detalha modelo de SAF e projeta alternativas ao Rei Pelé
Kennedy Calheiros afirma que construção de novo estádio por parte exclusiva do Galo é inviável

Reeleito presidente do Conselho Deliberativo do CRB, Kennedy Calheiros foi entrevistado na noite desta quinta-feira (27), no programa Bola Quente, do Timaço na Gazeta. Em mais de 40 minutos de conversa, ele falou sobre os principais objetivos em seu novo mandato no cargo.
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Kennedy também abordou a questão da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e acredita que o time pode manter a cautela para saber quando e se terá algum momento apropriado para mudar o regime estatutário do clube.
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"Continuar com a reestruturação do quadro societário do clube. Em hora nenhuma descartamos a possibilidade de fazer uma SAF ou procurarmos parceiros. O CRB tem uma grande diferença de clubes endividados. A SAF é uma forma imediata e urgente de estancar a sangria das dívidas e andar. O CRB não tem esse problema. Nós já recebemos muitas propostas nessa questão de SAF e estão querendo dar um golpe na gente", afirmou.
O presidente do Conselho do Galo também falou sobre o uso do Estádio Rei Pelé. Com capacidade reduzida ao longo dos últimos anos, Kennedy acredita que o CRB construir um estádio próprio é investimento de alto risco e colocou algumas situações, como a mudança do Trapichão para outro lugar, mais moderno, ou uma parceria entre Governo de Alagoas, CRB e CSA.


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"Nós somos um dos estados mais pobres do Brasil. Nós temos um estádio de dimensões pequenas para trazer um grande jogo. Nós precisamos ser extremamente eficazes, assertivos em decisões. Todos os investimentos de maior vulto é uma realidade gritante. Para mim, a reforma no Trapichão é fazer uma construção mais barata e objetica para CSA e CRB jogarem. O estádio é dos dois. Está na hora do Governo do Estado pensar em levar o Trapichão para uma área onde possa gerar um grande parque de entretenimento", analisou.
