IML de Arapiraca pede exames toxicológicos para esclarecer morte de professor da UFAL
Corpo não apresentava sinais de violência; laudo definitivo depende de análises laboratoriais

A Polícia Científica de Alagoas solicitou exames complementares para esclarecer a morte do professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Carlos Alberto de Carvalho Fraga, de 38 anos. De acordo com o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, o corpo não apresentava sinais de violência física.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A Polícia Civil de Alagoas investiga se a morte do professor ocorreu após consumo excessivo de bebida alcoólica associado ao uso de drogas e medicamentos. O caso é tratado, por enquanto, como “morte a esclarecer”.
Leia também
O corpo do docente, que era pesquisador e coordenador do curso de Medicina do campus Arapiraca, foi encontrado na manhã dessa segunda-feira (9), dentro de casa, no Residencial Pedro Tertuliano, no bairro Massaranduba.
Amostras de materiais biológicos foram coletadas durante a necropsia e encaminhadas ao Laboratório Forense, onde passarão por exames toxicológicos. Os resultados devem indicar se houve algum fator externo ou clínico relacionado à morte. O laudo cadavérico definitivo será emitido após a conclusão das análises.


"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1
Uma equipe do Instituto de Criminalística do Agreste realizou a perícia no local. Vestígios biológicos, químicos e impressões digitais foram coletados e encaminhados para exames periciais que devem auxiliar na apuração do caso.
