Preso pela morte de Marielle pede a Moraes consulta com psiquiatra
Em prisão domicilar por ordem de Moraes, Chiquinho Brazão teve consulta com psiquiatra marcada por um dos filhos

Preso preventivamente sob a acusação de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco, Chiquinho Brazão pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes para se consultar com um psiquiatra.
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O ex-deputado está em prisão domiciliar no Rio de Janeiro desde 2025, por determinação de Moraes, devido a problemas de saúde.
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O médico psiquiatra escolhido por Brazão é Wilson Reis Amendoeira, que tem consultório no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro.
Ele foi indicado pela também psiquiatra Maria Cristina Reis Amendoeira, que atende a esposa de Brazão. Ambos fazem parte da direção da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBP-RJ).


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Trâmite
A primeira consulta do ex-deputado foi previamente marcada por um de seus filhos para o dia 11 de fevereiro, mas ainda depende de autorização de Moraes.
Seguindo o trâmite tradicional, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá solicitar parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Como o pedido de Brazão não apresenta as motivações para a consulta psiquiátrica, Moraes também poderá solicitar mais informações à defesa do ex-deputado.
