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Natal de verde: saiba o por que a superstição de engravidar virou assunto entre as influenciadoras

Tema ganhou destaque especialmente após internautas notarem um padrão envolvendo influenciadoras e celebridades


				Natal de verde: saiba o por que a superstição de engravidar virou assunto entre as influenciadoras
Virgínia, Viih Tube e mais famosas que usaram verde no Natal e engravidaram. (Reprodução/Instagram)

Nos últimos tempos, uma curiosa crença começou a circular com mais intensidade nas redes sociais: a ideia de que usar roupa verde na noite de Natal pode estar ligado à chance de engravidar no ano seguinte. O tema ganhou destaque especialmente após internautas notarem um padrão envolvendo influenciadoras e celebridades que adotaram a cor na ceia natalina e, meses depois, anunciaram uma gestação.

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A associação começou de forma espontânea, a partir da observação de seguidores atentos aos detalhes das publicações feitas durante as festas de fim de ano. Em alguns casos, fotos e vídeos antigos voltaram a circular quando as influenciadoras revelaram a gravidez, reforçando a narrativa de que o verde teria algum significado especial nesse contexto.

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Com o aumento das menções, o assunto rapidamente se espalhou, sendo comentado em posts, vídeos e memes. Muitas pessoas passaram a brincar com a superstição, questionando se deveriam ou não apostar na cor durante o Natal, enquanto outras compartilharam experiências pessoais que pareciam confirmar a coincidência.

Apesar da popularidade da teoria, especialistas lembram que não existe qualquer evidência científica que relacione o uso de uma cor específica à fertilidade ou à concepção. Do ponto de vista médico, engravidar depende de uma série de fatores biológicos e de saúde, sem qualquer influência comprovada das roupas usadas em datas comemorativas.

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Algumas interpretações apontam que a origem simbólica da crença pode estar ligada ao significado cultural do verde, frequentemente associado à renovação, esperança, crescimento e fertilidade. Esses valores costumam ser reforçados no fim do ano, período marcado por expectativas de novos começos e mudanças positivas.

Dessa forma, o que se vê é a transformação de coincidências em uma narrativa compartilhada coletivamente, impulsionada pelo alcance das redes sociais e pela identificação do público com a vida de figuras conhecidas. Embora o tema continue rendendo conversas e engajamento, ele permanece no campo das superstições populares, sem respaldo científico.

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