Justiça condena dupla a mais de 42 anos de prisão por homicídio brutal
Crime aconteceu no dia 15 de janeiro de 2024, na Grota do Macaco, no Barro Duro

JOBISON BARROS*
04/11/2025 às 10:16 • Atualizada em 04/11/2025 às 11:03 - há XX semanas
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A Justiça de Alagoas condenou Adriano José da Silva Santos e Wellington José de Souza a mais de 42 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato de Claudemir Félix da Silva, ocorrido em janeiro de 2024, no bairro São Jorge, em Maceió.
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A sentença foi proferida nessa segunda-feira (3), durante sessão do Tribunal do Júri da Capital, com atuação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), por meio da 42ª Promotoria de Justiça da Capital.
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De acordo com a denúncia apresentada pela promotora de Justiça Adilza Inácio de Freitas, o crime aconteceu no dia 15 de janeiro de 2024, por volta das 8h, na Travessa Ipanema, Grota do Macaco, no Barro Duro.
A investigação apontou que os dois acusados atacaram a vítima com golpes de arma branca após uma discussão motivada pela divisão de uma bebida alcoólica. Claudemir foi surpreendido em via pública e não teve qualquer chance de defesa.


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Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi cometido por motivo fútil e com recurso que dificultou a defesa da vítima, o que qualificou o crime conforme o artigo 121, §2º, incisos I e IV, do Código Penal.
Testemunhos e provas técnicas, como laudos do Instituto de Criminalística e imagens do local do crime, confirmaram a materialidade e a autoria do delito.
Os jurados acolheram integralmente a tese do MPAL, reconhecendo a responsabilidade de Adriano e Wellington pelo assassinato. Cada um foi sentenciado a 21 anos e 20 meses de reclusão.
A promotora Adilza Inácio de Freitas destacou o peso da decisão para a sociedade. “Trata-se de uma resposta firme da Justiça diante de um crime cometido com extrema violência e por uma motivação desproporcional. A punição dos réus demonstra que a vida é um bem sagrado e que a impunidade não tem espaço”, afirmou.
*Com assessoria