Viúva desabafa após morte de motociclista por linha de cerol em Maceió: “Trabalhador e de sorriso fácil"
A saudade, segundo ela, se estende a toda família, pois todos gostavam da companhia de José Marcones

Ana Márcia, a viúva do motociclista José Marcones da Silva, fez um desabafo ao relembrar do convívio com o marido. Ele morreu no último domingo (28) após ter o pescoço cortado por uma linha de cerol enquanto conduzia uma motocicleta na Avenida Durval de Góes Monteiro, em Maceió. O sepultamento ocorreu nesta terça-feira (30).
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Ana Márcia desabafa e diz sentir “muita saudade” do marido. O sentimento, segundo ela, estende-se a toda família, pois todos gostavam da companhia de José Marcones,
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“A gente se reunia sempre para fazer café. Minha irmã, meus primos. Sempre aos finais de semana era café, almoço. A gente mexia muito com ele. Brincava. Ele era muito alegre. E a gente nem sabe se vai ter um recomeço”, afirmou a viúva Ana Márcia em entrevista à TV Gazeta.
Ela o descreve como um homem trabalhador e sorridente. “Trabalhador. De casa para o trabalho. Como todos sabem, era um menino de sorriso fácil. Muito fácil. Tosador, amava os animais. Era tranquilo demais”, desabafou ela.


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Para Maria das Neves, mãe de José Marcones, o filho era “uma joia” de Deus. “Ele era um bom filho para mim. Era uma joia que Deus me deu. Ele era amigo de todo mundo. Ele era muito alegre e feliz, mas infelizmente teve essa fatalidade e meu filho se foi”, declarou Maria das Neves.
José Marcones da Silva tinha 37 anos. No domingo, quando voltava do trabalho pela Avenida Durval de Góes Monteiro, o pescoço dele foi cortado por uma pipa com linha de cerol.
A mulher dele afirma que uma pessoa ainda tentou ajudá-lo retirando a linha do pescoço do motociclista, mas acabou cortando a mão.
“O rapaz que o ajudou tentou tirar o pedaço do fio, mas cortou a mão. Foi o mesmo rapaz que me ligou para me dar a notícia de que ele estava lá no chão. Mas quando cheguei ele ainda estava com vida."
Agora, a Polícia Civil investiga a morte do motociclista para identificar os responsáveis por soltar pipa utilizando a linha de cerol, material que é proibido para essa prática em todo o Brasil.
