Vasco pressiona, mas não marca contra CSA; Diniz protege artilheiro
Fernando Diniz descartou buscar alternativas imediatas para o ataque e reforçou a confiança em Pablo Vegetti

O Vasco desperdiçou diversas chances e ficou no 0 a 0 contra o CSA, na noite desta quarta-feira (30), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Após o jogo, o técnico Fernando Diniz descartou buscar alternativas imediatas para o ataque e reforçou a confiança em Pablo Vegetti, artilheiro da equipe na temporada.
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Apesar da ampla superioridade nas finalizações — foram 19 do Vasco contra 9 do CSA —, a equipe cruz-maltina não conseguiu transformar o volume de jogo em gols. Vegetti, que teve uma das principais oportunidades do confronto cara a cara com Gabriel Félix, passou em branco novamente.
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— Acho que temos plano B, mas o plano principal é recuperar o Vegetti na questão de colocar a bola para dentro. A característica principal dele é fazer gol. E hoje ele está jogando em um time diferente das outras temporadas, que cria muito. Acredito muito no potencial dele — afirmou Diniz.
Vegetti soma 20 gols na temporada, mas está há duas partidas sem marcar. Ainda assim, segue como principal referência ofensiva do elenco vascaíno. O técnico também comentou sobre o jovem Rayan, apontado como peça-chave para o time, mas que, segundo Diniz, precisa manter a concentração durante os 90 minutos.


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— Ele tem um potencial gigantesco. Está aprendendo a ser mais ativo. Quando está do meu lado, produz mais. Quando vai para o outro lado, como foi hoje, ele se desconcentra. Ele, Coutinho e Nuno Moreira precisam tocar mais na bola, porque desequilibram o jogo — analisou.
Apesar da frustração com o empate sem gols, o treinador destacou pontos positivos, como o controle defensivo e a produção ofensiva da equipe, mas alertou sobre erros no posicionamento que permitiram alguns contra-ataques ao CSA.
— A produção ofensiva do time, eu gostei. Só não gostei do resultado e de a gente não fazer gol de novo. Acho que a gente ofereceu um pouco a mais de contra-ataque do que devia. Era jogo para fazer dois gols no mínimo. O CSA não teve nenhuma finalização dentro do gol — concluiu.
