Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Os cortes de Trump afetaram a resposta às enchentes do Texas?

Catástrofe levanta dúvidas sobre o preparo das agências federais que vêm enfrentando demissões em massa por ordem do governo


				Os cortes de Trump afetaram a resposta às enchentes do Texas?
Vista aérea feita por drone mostra casas alagadas após chuvas torrenciais que provocaram enchentes repentinas ao longo do rio Guadalupe, em San Angelo, Texas, EUA, em 4 de julho de 2025. — Foto: Reuters

Desde o feriado de 4 de julho, os americanos se questionam como a tragédia causada por enchentes repentinas e mortais na área conhecida como Texas Hill Country poderia ter sido evitada, e também se a política de cortes no Serviço Nacional de Meteorologia (NWS) e na Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema), instigada pelo governo Trump, teria contribuído para o aumento do número de mortos, que já passa de 120.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A Casa Branca descrevia na segunda-feira (7) as enchentes como “um ato de Deus”, enquanto as consequências do desastre já levantavam dúvidas sobre o preparo e a resposta destas agências e outras do setor, que perderam centenas de funcionários, por demissões ou incentivos à aposentadoria antecipada.

Leia também

Moradores e autoridades locais dizem que foram surpreendidos pelas chuvas torrenciais e descreveram as previsões do serviço meteorológico como inadequadas.

Democratas se apressaram a associar a tragédia, que abateu também um acampamento de verão de meninas, à política de cortes do governo. A oposição clama por investigações, baseada nos indícios deixados na gestão dos danos.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

O escritório do NWS da região tinha apenas cinco funcionários de plantão na noite que a tempestade começou a se formar, no dia 3. Seis dos 27 cargos da agência em Austin-San Antonio, que inclui o condado de Kerr, devastado pela tragédia, estão vagos - entre eles, o de gerente responsável por emitir alertas e coordenar, com autoridades locais, a resposta em emergências.

O Serviço Nacional de Meteorologia perdeu cerca de 600 pessoas em todo o país, afetadas pelos cortes do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), que foi liderado pelo bilionário Elon Musk, nos primeiros meses deste segundo mandato do presidente americano. A agência reduziu o monitoramento meteorológico de rotina.

Balões para medir os riscos de tempestades foram cancelados em diversas regiões do país. Na Fema, que gasta US$ 45 bilhões por ano, para lidar com desastres e dar assistência às vítimas, a situação é parecida: mais de 30% dos funcionários foram demitidos ou aceitaram indenizações para sair.

O presidente nomeou recentemente um conselho encarregado de recomendar mudanças e, em última instância, desmantelar a Fema. Entre os incentivadores desta remodelação está o governador republicano do Texas, Greg Abbott.

Crítico fervoroso da agência, ele agora enfrenta a tragédia, beneficiando-se justamente do desbloqueio de verbas federais gerado pelo estado de emergência no condado de Kerr, ordenado pelo presidente.

Nesta terça-feira (8), Trump conquistou mais uma vitória na Justiça. A Suprema Corte permitiu que o governo prosseguisse com demissões em massa de cargos para remodelar e reduzir o governo federal. Até então, os cortes de funcionários federais estavam congelados em todo o país por um tribunal de primeira instância.

O presidente é exímio em suas cantilenas recorrentes. Uma delas visa comandar um governo enxuto e descentralizado. Ele argumenta que os estados devem assumir mais responsabilidade na resposta e na preparação para eventos climáticos extremos e outras catástrofes.

Outra preza o ataque sistemático às instituições científicas, que moldaram a identidade do país.


				Os cortes de Trump afetaram a resposta às enchentes do Texas?
Vista aérea feita por drone mostra casas alagadas após chuvas torrenciais que provocaram enchentes repentinas ao longo do rio Guadalupe, em San Angelo, Texas, EUA, em 4 de julho de 2025. — Foto: Reuters

Por fim, manter o ex-presidente Joe Biden no papel de bode expiatório de mazelas e tragédias naturais — de enchentes a incêndios florestais — que afetam o país. Desta vez, porém, os efeitos do desastre atingiram o epicentro eleitoral de Trump.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas