Polícia quer identificar condutor de caminhão que deixou professora grávida morta na Av. Fernandes Lima
Queda de objeto de outro veículo pode ter causado o desequilíbrio da vítima; a hipótese de assédio também é investigada

Hebert Borges
16/06/2025 às 16:12 • Atualizada em 16/06/2025 às 16:37 - há XX semanas
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A queda de um pacote carregado pelo garupa de uma motocicleta pode ter sido a causa do desequilíbrio que levou à queda e ao atropelamento da jovem Renata Maria Lima Silvério, de 28 anos, que morreu no último dia 7 deste mês. A Polícia Civil busca identificar o condutor do caminhão envolvido no acidente.
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De acordo com o delegado Carlos Reis, uma testemunha contou que Renata estava em sua motocicleta quando foi atingida pelo pacote carregado pelo garupa dessa outra moto. Ela perdeu o equilíbrio, caiu e foi atropelada por um caminhão.
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A autoridade policial disse que equipes já estão nas ruas para identificar e intimar o condutor dessa outra motocicleta, que fugiu e não prestou depoimento.
A hipótese de que Renata tenha sido alvo de assédio continua sendo investigada também. A insistência de outro motociclista teria assustado a professora, que caiu e acabou sendo atingida pelo veículo de carga.


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“Recebi a notícia do acidente e fui para o local. Chegando lá, ela já tinha falecido. Algumas pessoas que estavam lá e também comentários em postagens diziam a mesma coisa: que um rapaz em um veículo havia assediado ela e ela se assustou, perdeu o equilíbrio, caiu no chão e acabou sendo atropelada”, contou o irmão da vítima, Francisco Silvério.
Ainda segundo ele, uma testemunha próxima confirmou que o suspeito buzinava insistentemente atrás de Renata. “Talvez incomodado ou realmente assediando minha irmã. Ela teria tocado no retrovisor da moto e se desequilibrou, indo ao chão e sendo atropelada”, acrescentou.
Renata era professora da rede municipal de ensino, casada e estudante de Medicina Veterinária. “Ela começou o curso porque sempre teve muito carinho pelos bichos. Voltava da faculdade quando o acidente aconteceu”, disse Francisco. Segundo ele, a professora havia descoberto a gravidez poucos dias antes. “Ela era uma pessoa doce. Estava muito feliz com a gravidez”.