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BBB 25: Famílias de Eva e Renata denunciam ataques xenofóbicos nas redes sociais

Equipe das cearenses notificou extrajudicialmente as contas que fizeram os ataques preconceituosos


				BBB 25: Famílias de Eva e Renata denunciam ataques xenofóbicos nas redes sociais
Eva e Renata ganham imunidade como consequência do almoço pós-Big Fone. Foto: Globo

As famílias das participantes do BBB 25, Eva Pacheco e Renata Saldanha, denunciam que elas sofreram ataques com comentários preconceituosos nas redes sociais. A equipe das cearenses, que entraram juntas na disputa, notificou extrajudicialmente as contas que fizeram os ataques considerados xenofóbicos.

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Eva está no paredão no formado neste domingo (16), ao lado de Gracyanne Barbosa e Daniele Hypolito. Eva foi a participante mais votada da casa, com seis votos (Aline, Daniele, Diego, Joselma, Vinicíus e Vitória). Ela foi retirada da prova bate-volta por Vinícius, que tinha o poder curinga.

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“"Desgraçada dessa gralha fazendo piadinha. Logo ela que vem do sertão do Ceará onde as pessoas comem lixo todos os dias para sobreviver", publicou um perfil na rede social X (antigo Twitter).

Em nota, a equipe jurídica das duas se posicionou após os ataques. “Tranquilizando a todos, estamos tomando providências judiciais contra todo e qualquer perfil que proferir falas caluniosas, difamatórias e/ou injúria contra o ‘Team Ballet’ [como é conhecida a dupla de bailarinas]””, disse a nota.

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“Inicialmente, serão notificados diretamente pelo escritório e, em caso de não retirada da publicação e retratação, buscaremos apoio da Justiça”, complementou.

No Brasil, a xenofobia é considerada um crime de racismo, de acordo com a Lei nº 9.459/97. A pena para a xenofobia pode ser reclusão de um a três anos e multa; se cometido na internet, a pena pode ser de reclusão de dois a cinco anos.

Mãe de Eva lamenta

Gerusa Pacheco, mãe de Eva, lamentou os ataques sofridos pela dupla, e pontuou que o preconceito envolve um contexto maior. “Eu fico super triste porque em pleno século XXI ainda os nordestinos e muitos outros povos sofrem esse tipo de preconceito, esse tipo de ataque”, declarou.

“As meninas sempre foram super decentes, educadas, nunca incitaram esse tipo de comportamento dentro da casa”, reforçou Gerusa.

“Eu me sinto precisando de ajuda. Estou vendo a minha filha ser atacada, a Renata ser atacada. O nível [dos comentários] é uma coisa que não dá nem pra falar. São ataques mesmo xenofóbicos das outras pessoas”, lamentou Gerusa.

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