Extorsão sexual: preso em AL jovem que fingia ser policial da DEIC e sobrinho de juiz
No momento da abordagem, ele destruiu provas que o incriminavam

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (12), um homem de 27 anos durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no Conjunto Olival Tenório, em Campo Alegre. O suspeito foi alvo de investigações por se passar por policial da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC) e afirmar ser sobrinho de um juiz, quando, na realidade, trabalhava como motorista em uma usina. Ele também destruiu provas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Ele é acusado de extorsão sexual, importunação sexual e violência psicológica contra mulheres, além de outros crimes cometidos pela internet.
Leia também
Os policiais cumpriram a ordem judicial para apreender dispositivos eletrônicos que continham fotos, vídeos e mensagens relacionadas às investigações, incluindo celulares, notebooks, pendrives e HDs externos. Durante a abordagem, o homem desinstalou o WhatsApp na presença da equipe, o que configurou destruição ou ocultação de provas essenciais para o inquérito.
Diante dessa atitude, ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis.


“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar
O suspeito já havia respondido por uma série de delitos praticados contra duas mulheres e seus familiares. A Polícia Civil apurou que ele ameaçava as vítimas, praticava stalking e extorsão sexual, além de causar violência psicológica.
A investigação revelou que ele descobriu que as mulheres mantinham relações sexuais ou continuavam enviando conteúdos íntimos, sob a ameaça de expor imagens pessoais na internet.
Com o avanço do inquérito, mais quatro vítimas foram identificadas, todas relacionadas ao mesmo modus operandi. Uma delas chegou a desenvolver depressão devido às perseguições e chantagens que duraram cerca de um ano.
O mandado de busca e apreensão foi expedido pela Vara do Único Ofício de Campo Alegre, e a investigação continua para reunir mais provas e identificar outras possíveis vítimas.
