Marco Aurélio Cunha detona política no São Paulo: “está dominado”
Ex-dirigente histórico do tricolor não poupou críticas à atual gestão

Marco Aurélio Cunha, ex-dirigente histórico e popular entre os torcedores, detonou o atual momento político do clube.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

“Está dominado. O grupo que está hoje no poder (do presidente Julio Casares) assedia todos os conselheiros com troca de favores, com o bem estar social. Não vou dizer aqui nada fora do tom, mas eles conseguiram uma maioria que é difícil você desmontar. Ao menos o caos“, disse em entrevista ao podcast “Benjamemucho”.
Leia também
“Eu não tenho mais esse interesse (em ser presidente). Eu pensei isso lá em 2014, 2015. Já faz 10 anos. Eu desencanei, sabe por que? Porque eu não vou ser feliz. O método que eles usam pra ser poder eu não vou usar nunca. Um parquinho pra um, outro negócio pra outro… Até acho que democraticamente tem representatividade. Mas eu não faço trocas assim: ‘o filho do cara precisa de um emprego, outro precisa’… Nem na prefeitura, eu fui vereador, nunca fiz isso”.
Em participação no programa CNN Esportes S/A, em 2023, Cunha disse que “Para ser presidente do São Paulo, tem que se esquartejar”.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
Em 2020, Marco Aurélio Cunha concorreu as prévias para ser presidente do São Paulo, mas perdeu para Roberto Natel. Julio Casares venceu o pleito e foi eleito presidente.
Em 2013, chegaram a trocar farpas no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta. Julio Casares era o vice-presidente de marketing do SPFC à época. Em 2021, em entrevista ao “Arquibancada Tricolor”, Cunha disse que “Quem dirige o São Paulo, são amadores na gestão do futebol”.
Cunha é conselheiro vitalício do clube e foi dirigente quando o tricolor viveu momentos de glória: campeão mundial, campeão da Libertadores e tricampeão brasileiro de forma consecutiva.
