Higo comemora vitória e explica opção tática contra o CRB: 'Tínhamos que ser letais'
CSA venceu o CRB com Igor Bahia e Tiago Marques juntos na escalação inicial

Miguel Castelo Branco
25/01/2025 às 20:29 • Atualizada em 25/01/2025 às 22:40 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google

O técnico Higo Magalhães tomou decisões importantes que levaram o CSA à vitória no clássico contra o CRB, na tarde deste sábado (25). Os azulinos vieram à campo com formação inédita no ataque: Igor Bahia e Tiago Marques juntos. A estratégia funcionou e o Azulão venceu a partida por 3 a 2 com dois gols de Tiago.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Na sequência, Higo concedeu entrevista coletiva ressaltando a importância da vitória para os ânimos dentro e fora do ambiente do clube, e pontuando a satisfação com o poder de assimilação dos jogadores.
"Lógico que o clássico é bom para o nosso torcedor, bom para o nosso clube, nos traz um pouco de paz. Todo resultado positivo, num jogo desse tamanho, te conota dessa forma. Mas o que me deixou muito feliz, foi como os atletas compraram a ideia daquilo que nós tínhamos combinado em fazer e executar dentro do campo", comemorou o treinador.
Artigos Relacionados
Em seguida, o comandante azulino fez análise do porquê da utilização de dois centroavantes, que ainda não haviam sido testados juntos, justamente contra o CRB.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
"Dentro do nosso estudo, a gente percebeu que a cobertura frontal do adversário demorava a acontecer. Nós pensamos num jogo de parede, porque temos dois atletas que fazem muito bem isso, esse jogo de apoio frontal. E aí a gente já conseguia, principalmente quando Brayann dominava a bola para vir pra dentro, ter esse passe direto para os centroavantes. E aí ia pro duelo, a gente ia pro jogo de um pra um. E, quando a gente ia pro jogo um pra um, tínhamos vantagem, porque eles sustentam bem. Nós demos liberdade para o Cachoeira porque ele é muito perigoso perto do gol. E as coisas foram acontecendo. A gente sabia que talvez a leitura para ter o encaixe, dentro dessa ideia, poderia demorar e nós tínhamos que ser letais dentro do jogo", observou.


