Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Líderes de facção enviavam cartas pelas esposas com ordens para os gerentes do tráfico

Presos nos sistemas prisionais de AL e PE, eles continuavam comandando a organização criminosa


				Líderes de facção enviavam cartas pelas esposas com ordens para os gerentes do tráfico
Operação deflagrada nesta terça desarticulou facção criminosa. Divulgação

A Polícia Civil desarticulou, nesta terça-feira (21), uma facção criminosa que atuava no tráfico de drogas em Alagoas. Dois homens identificados como líderes, que já se encontravam presos no sistema prisional de Alagoas e Pernambuco, continuavam controlando o tráfico da prisão, enviando cartas pelas companheiras para serem entregues aos demais membros da organização. Nelas, eles apontavam o que o grupo deveria fazer para o bom andamento dos “trabalhos”. No total, foram expedidos 84 mandados, sendo 43 de prisão e 41 de busca e apreensão. Até o momento, 24 pessoas foram presas.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

De acordo com o delegado Igor Diego, da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), as investigações que desencadearam na Operação Hermes duraram cerca de seis meses. Nesse período, foi possível reunir uma grande quantidade de elementos probatórios para que a Justiça pudesse expedir os mandados.

Leia também

“Todo o arcabouço probatório teve origem através de cartas apreendidas no sistema prisional, onde nós verificamos que os líderes da organização criminosa faziam a comunicação e determinavam seus comandos através de cartas que eram manipuladas pelas mulheres dos presos. Elas levavam as cartas que apontavam quais as tarefas de cada um dos integrantes da organização criminosa. Diante disso, conseguimos identificar diversas pessoas que fazem parte do grupo, além de conhecermos toda a estrutura dessa organização, através dos líderes, que são tidos como mais perigosos, que respondem por vários homicídios”, afirmou o delegado Igor Diego.

Segundo ele, havia diversos gerentes do tráfico cuidando da logística até a parte financeira da organização.

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

“Eles utilizam um método que é bastante conhecido das nossas investigações, onde recebem esses valores em espécie, provenientes da venda de drogas, procuram uma casa lotérica e fazem depósitos para cair nas contas dessas pessoas que fazem a arrecadação do tráfico”, conta Igor Diego.

Ainda segundo o delegado, durante a operação, alguns celulares foram apreendidos dentro de celas de presos do sistema prisional e, agora, esses materiais serão utilizados para dar andamento às investigações. “O próximo passo agora é descapitalizar essas organizações criminosas. Esses celulares são materiais probatórios importantes para continuarmos o nosso trabalho”, completou.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas