Suspeito de matar jovem de 13 anos afirma ser agente da Segurança Pública
A polícia apreendeu, após mandado judicial, uma arma, roupas e o celular do autor, que já estava formatado

Tatianne Brandão
17/09/2024 às 8:35 • Atualizada em 17/09/2024 às 9:21 - há XX semanas
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O suspeito de matar Ana Beatriz, de 13 anos, no bairro da Levada, disse à polícia que exerce a função de agente de segurança na área da Segurança Pública de Alagoas. Ele foi preso na manhã desta terça-feira (17), na casa dos pais, no bairro da Ponta Grossa, em Maceió. A polícia apreendeu, após mandado judicial, uma arma, roupas e o celular do autor, que já estava formatado.
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De acordo com o delegado Francisco Medson, o suspeito deve ser interrogado na manhã de hoje. No primeiro contato com a polícia, durante a prisão, o homem afirmou ser agente da Segurança Pública, mas a informação ainda será confirmada pela polícia. Na casa dele, foi apreendido um celular, arma e roupas compatíveis com que o suspeito utilizava no dia do crime.
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“Se trata de uma pessoa que se diz agente de segurança, que trabalha na área de Segurança Pública, mesmo assim, durante a prisão, quando foi verbalizado que era uma operação policial, ele exitou em abrir a residência. O que achamos estranho. Encontramos uma arma calibre 380, que é compatível com a arma utilizada no crime, mas vai ser submetida ao exame de balística. Também foram apreendidas as roupas que são compatíveis com o que foi divulgado na semana passada, sandália, boné e elementos compatíveis”, explicou.
Segundo o delegado, o suspeito agiu com frieza, negou o crime e apresentou surpresa durante a prisão. O celular dele também foi apreendido, mas este já havia sido formatado.


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“A equipe observou que ele agia com frieza. Observamos que o aparelho celular, que tivemos autorização da Justiça para quebra de dados, e até ontem à noite estava funcionando, hoje está formatado”.
Para a polícia, o suspeito conhecia a vítima e já a assediava antes do crime. Ele também pode ser autor de outros crimes semelhantes.
“Muito provavelmente ele conhecia e de alguma forma assediava a vítima. Existem outros inquéritos compatíveis e há chance de ele estar envolvido em outros crimes semelhantes. Não acredito que tenha sido algo ocasional, mas os autos vão confirmar isso”, concluiu.