Jovem leva choque ao tentar pular grade de escola para pegar bola
Adolescente de 17 anos sofreu choque elétrico ao encostar em grade de ar-condicionado em escola de Águas Lindas (GO)

O adolescente de 17 anos que sofreu um choque elétrico no Colégio Estadual Duque de Caxias, em Águas Lindas (GO), estava pulando o gradil da escola para pegar uma bola.
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O jovem, que cursa o Ensino Médio no período noturno, brincava com colegas após o horário das aulas. Em determinado momento, ele arremessou a bola para longe e pulou a grade para tentar buscar. Ele colocou a mão esquerda na proteção de um ar-condicionado e recebeu a descarga elétrica.
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A bola seria dos próprios alunos e não da escola (confira pronunciamento da instituição no fim do texto).
O episódio foi registrado por volta das 22h da última segunda-feira (26/8). Câmeras de segurança registraram o momento em que o jovem ficou preso à grade de proteção do ar-condicionado.


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Irmã do jovem, Thayná Mayra Guedes, 26 anos, contou que o irmão precisou ser salvo pelos amigos após o acidente. “Os colegas chegaram a pensar que ele estava brincando, mas foram chegando mais perto, viram que o negócio era sério e o puxaram pela roupa”, detalhou.
Ainda segundo Thayná, o adolescente ficou com dores pelo corpo após o ocorrido, principalmente no braço esquerdo, nas panturrilhas e nas costas. A família e a escola só não procuraram socorro imediato para o jovem porque ele teria dito que estava bem.
No dia seguinte, porém, a irmã do adolescente o levou a uma unidade de saúde, e o estudante recebeu a recomendação de continuar a ser monitorado. “Ele recebeu soro e medicação. A médica disse que ele precisará fazer acompanhamento com cardiologista, mas não deram encaminhamento para que ele fosse a um profissional da rede pública”, lamentou.
Thayná destacou que o irmão escapou de um acidente fatal e criticou a existência de estruturas eletrificadas em uma escola. “Uma grade de proteção de ar-condicionado não pode ter corrente elétrica”, enfatizou.
Apesar disso, a escola tem prestado assistência à família, segundo a irmã. “O coordenador [do colégio] me ligou no mesmo dia para saber o que tinha acontecido e pediu que eu desse notícias. Três dias depois, ele me informou que desligou a energia da área onde o acidente aconteceu. Chamaram meu irmão, conversaram com ele e registraram uma ata sobre o caso”, completou.
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