Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

TikTok enfrentará processo por morte de menina de 10 anos, decide tribunal

Juiz determinou que mãe da criança pode buscar ações judiciais contra algoritmo do aplicativo


				TikTok enfrentará processo por morte de menina de 10 anos, decide tribunal
Logo do tik TikTok. 06/01/2020REUTERS/Dado Ruvic

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos retomou um processo contra o TikTok movido pela mãe de uma menina de 10 anos que morreu após participar de um “desafio de apagão (blackout)”, no qual os usuários da plataforma de rede social foram estimulados a se sufocar até desmaiar.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Embora uma lei federal normalmente proteja as empresas de internet de ações judiciais sobre o conteúdo publicado pelos usuários, o Tribunal de Apelações do 3º Circuito dos EUA, com sede na Filadélfia, determinou na terça-feira (27) que a lei não impede que a mãe de Nylah Anderson busque ações judiciais contra o algoritmo do TikTok que recomendou o desafio à sua filha.

Leia também

A juíza Patty Shwartz, escrevendo pelo painel de três juízes, disse que a Seção 230 da Lei de Decência das Comunicações de 1996 dá imunidade apenas às informações fornecidas por terceiros, e não às recomendações feitas pelo próprio TikTok por meio de um algoritmo subjacente à sua plataforma.

Ela reconheceu que a decisão foi diferente de determinações judiciais anteriores de seu tribunal e de outros, que consideraram que a Seção 230 torna uma plataforma online imune de responsabilidade por não impedir que os usuários transmitam mensagens prejudiciais a outros.

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Shwartz disse que esse raciocínio não se sustenta mais, depois de uma decisão da Suprema Corte dos EUA em julho sobre se leis estaduais criadas para limitar o poder das plataformas de redes sociais de restringir o conteúdo considerado questionável violam direitos de liberdade de expressão.

Nesses casos, a Suprema Corte considerou que o algoritmo de uma plataforma reflete “julgamentos editoriais” sobre “compilar o discurso de terceiros que ela deseja da maneira que deseja”. Shwartz disse que, sob essa lógica, a curadoria de conteúdo usando algoritmos é um discurso da própria empresa, que não é protegido pela Seção 230.

“O TikTok faz escolhas sobre o conteúdo recomendado e promovido para usuários específicos e, ao fazê-lo, está envolvido em seu próprio discurso primário”, escreveu.

O TikTok não respondeu aos pedidos de comentários.

A decisão de terça-feira reverteu a deliberação de um juiz de primeira instância que indeferiu, com base na Seção 230, o processo movido por Tawainna Anderson contra o TikTok e sua empresa controladora chinesa ByteDance.

Ela entrou com o processo depois que sua filha Nylah morreu em 2021, após tentar o desafio do apagão usando uma alça de bolsa pendurada no armário de sua mãe.

“A Big Tech acaba de perder seu ‘cartão de saída da prisão'”, disse Jeffrey Goodman, advogado da mãe, em um comunicado.

O juiz do Circuito dos EUA, Paul Matey, em um parecer que concorda parcialmente com a decisão de terça-feira, disse que o TikTok, em sua “busca por lucros acima de todos os outros valores”, pode optar por oferecer às crianças conteúdo que enfatize “os gostos mais baixos” e as “virtudes mais baixas”

“Mas não pode reivindicar uma imunidade que o Congresso não forneceu”, escreveu.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas