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Ativista pelo “direito de morrer” declara ter matado o próprio filho

Em entrevista à BBC, mulher de 77 anos admitiu ter matado o filho de 7 anos, que sofria dores intensas devido a câncer


				Ativista pelo “direito de morrer” declara ter matado o próprio filho
O caso aconteceu em 1981. Reprodução/Facebook/antonya.cooper

A ativista britânica Antonya Cooper, que luta pelo “direito de morrer”, admitiu ter matado o próprio filho de 7 anos administrando-lhe uma grande dose de morfina.

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O caso aconteceu em 1981, mas ganhou repercussão nesta semana após uma entrevista de Antonya a um programa de rádio da BBC, emissora pública do Reino Unido.

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A criança tinha um neuroblastoma – tipo de câncer que afeta o sistema nervoso ou as glândulas adrenais – em estado terminal e, segundo a mãe, a ação ocorreu para aliviar o sofrimento do filho.

“Na última noite de Hamish, quando ele disse que estava com muita dor, eu disse:’Você gostaria que eu aliviasse a sua dor?'” e ele disse: “‘Sim, por favor, mamãe.'”

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Antonya prosseguiu o relato contando que, por meio de um cateter, injetou morfina no corpo do menino até “acabar com a vida dele silenciosamente”.

O suicídio assistido, ajudar intencionalmente outra pessoa a interromper a própria vida, e a eutanásia, cessar deliberadamente a vida de alguém, são ilegais na Inglaterra.

A história de Antonya e Hamish surgiu em um contexto de debates públicos sobre o “direito de morrer”. Quatro décadas após a morte do filho, ela foi diagnosticada com um câncer terminal e decidiu trabalhar como voluntária para mudar as leis do país e garantir os direitos à eutanásia e ao suicídio assistido.

Leia a matéria completa em Metrópoles.com

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