'Meu filho nasceu de novo', diz mãe de criança atingida por ônibus
O caso foi registrado por câmera de videomonitoramento nessa segunda-feira (10), por volta das 11h20

Mariane Rodrigues
11/06/2024 às 21:42 • Atualizada em 12/06/2024 às 7:03 - há XX semanas
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Após o susto, a mãe de Josué, a criança que foi atingida por um ônibus, em Penedo, Região do Baixo São Francisco, diz que está aliviada ao ver que o filho só teve “arranhões leves”, mesmo diante do impacto. O caso foi registrado por câmera de videomonitoramento nessa segunda-feira (10), por volta das 11h20.
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Nas imagens, Josué aparece agachado, pegando algo no chão, e, logo em seguida, corre em direção à pista, momento em que um ônibus aparece e quase atropela o menor.
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A criança 'bate' a cabeça no ônibus e perde o controle, caindo, quando chega uma mulher para socorrê-la.
A mulher é Laynny Gabriele. Ela disse à TV Gazeta que tudo aconteceu em “questão de segundos” e que ela não notou a presença do ônibus.


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“Questão de segundos mesmo. Quando olhei para o lado que eu vi ele correndo, já corri atrás dele. Eu não vi ônibus, nada vindo. Quando eu corro atrás dele, que eu vejo que ele bate no ônibus, eu tomo aquele susto. Porque eu não vi nenhum veículo, nada. Bem dizer, eu tinha visto ele ali estirado no chão, só passa coisa ruim na cabeça na hora”, relata Laynny Gabriele.
A mãe de Josué, Monique Lemos, também falou à TV Gazeta e disse que o filho soltou a mão dela rapidamente. E, quando ela olhou, o menino já estava caído ao chão.
“É um momento que eu não desejo a ninguém. Por muito cuidado que eu tenho do meu filho, eu nunca imaginei que ia acontecer uma cena daquela. Ele soltou a minha mão rápido, que eu não pensei, quando eu olhei, ele simplesmente já estava lá deitado”, afirma a mulher.
Ela dá “graças a Deus” que a criança sobreviveu. “Foram arranhões leves e ele está aqui para honra e a glória do Senhor Jesus. Meu filho nasceu de novo”, afirma Monique Lemos.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar se houve negligência quanto ao cuidado em relação à criança. Mas, de acordo com o delegado Rômulo Andrade, pelo histórico familiar, “em primeiro momento a gente conseguiu ver que é uma criança que não sofre qualquer tipo de omissão dos pais”, pontuou a autoridade policial.