Polícia vai instalar Delegacia Móvel da Mulher no Estádio Rei Pelé
Torcedores poderão fazer o registro de ocorrências e requerimento de medida protetiva

Alessandra Lima*
27/03/2024 às 16:13 • Atualizada em 27/03/2024 às 17:30 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google

A Polícia Civil vai instalar uma Unidade Móvel da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), no Estádio Rei Pelé, nesta quarta-feira (27), durante o jogo entre CRB x Altos, às 21h30, pela Copa do Nordeste.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

No local, as pessoas poderão fazer o registro de ocorrências, requerimento de medida protetiva e esclarecimentos sobre a Lei Maria da Penha. A ação conta com o apoio da Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude de Alagoas (Selaj) e do Clube de Regatas do Brasil (CRB).
Artigos Relacionados
A equipe da DEAM será coordenada delegada Ana Luiza Nogueira, que afirmou que a realização deste trabalho contribui para inclusão e a participação de mais mulheres no esporte.
“É uma ação que contribui para afastar a ideia do futebol como espaço eminentemente masculino, demonstrando que mulheres também podem e devem acompanhar os esportes e se sentirem seguras para tal. A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher também funciona para coibir a importunação sexual que distancia muitas mulheres dos estádios, receosas de sofrerem abusos e violências nesses locais”, disse.


Governo de Alagoas apresenta números da violência e reforço na segurança pública

Lula critica família Bolsonaro e alerta para ameaça de novo tarifaço

Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso
Ainda segundo a delegada, a ação ajuda a acolher e passar mais segurança ao público feminino que costuma frequentar o estádio.
“Uma Delegacia da Mulher neste ambiente permite que as mulheres que frequentam os jogos ou mesmo que acabam sendo vitimizadas nestes momentos possam receber o acolhimento adequado e se sentirem mais protegidas para estar nestes espaços que, historicamente, são tidos como masculinos”, finalizou Ana Luiza Nogueira.
*com informações da assessoria.

