Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Irmãos militares são condenados por triplo homicídio e uma tentativa

Wilson Rocha foi condenado a 56 anos e três meses de prisão, enquanto Ailton Rocha foi sentenciado com 43 anos e nove meses, ambos, inicialmente, em regime fechado

Os irmãos e policiais militares da reserva Wilson Rocha dos Santos Filho e Ailton Rocha dos Santos foram condenados a penas somadas que ultrapassam 100 anos de reclusão por um triplo homicídio e uma tentativa de homicídio ocorridos na cidade do Pilar. O julgamento deles foi realizado nesta quinta-feira (29) e o crime ocorreu em 19 de janeiro de 2003, 21 anos atrás.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Wilson Rocha foi condenado a 56 anos e três meses de prisão, enquanto Ailton Rocha foi sentenciado com 43 anos e nove meses, ambos, inicialmente, em regime fechado.

Leia também

As vítimas do triplo homicídio são Benício Francisco, de 42 anos; Maria José Conceição, de 50 anos; e Gilberto Pereira da Silva, de 66 anos. Eles foram assassinados com tiros de pistola calibre 380. Uma quarta pessoa sobreviveu ao atentado. Foi Maria de Lurdes, de 52 anos. Ela ainda foi atingida por três tiros na perna e no glúteo.

Gilberto Pereira era comerciante e esposo de Maria José da Conceição, na hora em que os criminosos chegaram eles estavam assando churrasco na calçada do seu estabelecimento. Os assassinos teriam utilizado um veículo de cor azul para a prática criminosa e fuga. O alvo principal seria o comerciante, mas as outras pessoas ficaram na mira porque estavam com ele no horário planejado para a chacina.

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Segundo a denúncia do Ministério Público, que resultou na condenação, o filho de Gilberto disse em depoimento à época, que um mês antes do crime o pai tinha se desentendido com um dos policiais militares. De acordo com o MPE, Gilberto, durante festa religiosa em 2002, teria questionado Wilson sobre a morte do seu filho, apontando o irmão Ailton como sendo o assassino. O que teria gerado, naquele momento, uma discussão.

Para evitar qualquer intercorrência durante o julgamento, o júri foi desaforado para Maceió a pedido do promotor de Justiça Sílvio Azevedo (do Pilar). Porém os réus não compareceram ao júri, a informação é que um deles foi acometido por câncer e as condições de saúde não permitiam.

“Com o desaforamento do júri assumimos a acusação e o que posso afirmar é que, mesmo tardiamente, a justiça foi feita. Estamos falando de uma chacina, por motivo que o Ministério Público considerou fútil, que deixou filhos órfãos, pais sem seus filhos e que abalou toda a sociedade alagoana. A condenação dos assassinos, vinte e um anos depois, também serve de alerta para quem acha que cometer crime é sinônimo de impunidade, mas as leis não se acabam e o sofrimento dos familiares motiva a continuarem a luta para que os responsáveis paguem pela atrocidade. Passaram-se mais de duas décadas e a justiça foi feita”, declara o promotor de Justiça Frederico Monteiro.

*Com assessoria

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas