Falido? Veja qual o tamanho da fortuna de Daniel Alves
Defesa de Daniel Alves alegou situação financeira “preocupante” no processo em que ele é acusado de estupro; veja quanto ele acumula em bens
Um dos pontos apontados pela defesa de Daniel Alves no processo que o condenou a quatro anos e seis meses de prisão por agressão sexual na Espanha é de que o jogador supostamente vive uma situação econômica “bastante preocupante”. O jornal Marca, porém, revelou que o patrimônio total do brasileiro é de 55 milhões de euros (cerca de R$ 294,6 milhões).
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Em agosto de 2023, houve um bloqueio de 30% de cada parcela paga pelo São Paulo em uma ação de pensão alimentícia movida pela ex-mulher de Daniel Alves, mãe de dois filhos do jogador. O clube paulista ainda deve, segundo o balanço financeiro mais atualizado (de 2022), R$ 22,8 milhões, de uma dívida de R$ 25 milhões, a ser paga em 60 parcelas totais de R$ 400 mil. Esse valor continua sendo pago pelo São Paulo mensalmente, mesmo com a condenação, sob o risco de reabertura de um processo contra a equipe na CBF.
Dos 55 milhões de euros que compõem o patrimônio do atleta, preso há 13 meses, parte é oriunda do futebol. Há, ainda, uma porcentagem que tem origem em investimentos e empresas no nome do jogador. O tempo de pena de Daniel Alves teve um abatimento devido a uma multa paga ainda no começo do processo. O valor foi de 150 mil euros (cerca de R$ 800 mil) para indenização à vítima abuso. O jogador ainda pode recorrer à condenação de prisão.
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Também foi determinado ao jogador o pagamento dos custos do processo e o valor de 9 mil euros (cerca de R$ 48 mil), em 150 euros diários, à vítima pelo período de dois meses. A vítima foi paga com ajuda de Neymar. O Estadão procurou, nesta quinta-feira (23/2), a assessoria de Neymar e do seu pai, que disse não ter “nada a declarar” sobre esse episódio.


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SALÁRIOS E EMPREENDIMENTOS
O último contrato profissional de Daniel Alves foi com o Pumas, do México. Ele recebia 300 mil euros (R$ 1,6 milhão, na cotação atual) até ter a rescisão, quando foi acusado pelo crime que o condenou nesta quinta-feira. A maior parte da carreira dele foi na Europa, onde jogou em Sevilla, Barcelona, Juventus e Paris Saint-Germain. Na primeira passagem pelo time catalão, o vencimento anual era de 10 milhões de euros (R$ 53 milhões).
O jogador é fundador da Flashforward Group, empresa de gerenciamento de atletas. A sócia de Daniel é sua ex-mulher, a qual pediu o congelamento de um terço das parcelas pagas pelo São Paulo. Outra empresa dos dois é a Cedro Esports, com foco em administração de direito de imagem de atletas.
Em 2016, ele entrou como sócio em um restaurante, o Alquimia Fogo, na cidade de Barcelona. O negócio fechou durante a pandemia. O ex-atleta, de 40 anos, também é dono de mais três lojas de roupas, calçados e assessórios, a DM3 Fashion Moda, a Bam Bam e a Treendbam Look Society.
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