Seleção brasileira terá tempos difíceis pela frente
O cenário da seleção brasileira para o futuro ainda é incerto, e tudo leva a crer que tempos difíceis virão pela frente

Especial para Gazeta - Jhonattan Lago
26/12/2023 às 6:45 • Atualizada em 26/12/2023 às 7:02 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
Há algum tempo, os torcedores brasileiros viviam cheios de confiança na seleção, que era composta por diversos craques e costumava encantar o mundo. Isso, porém, veio mudando ao longo das últimas duas décadas, e a “amarelinha” tem sofrido com a queda de qualidade de seus jogadores. Será possível voltar aos dias de glória? Quem gosta de fazer previsões esportivas pode aproveitar que a bet365 é confiável para dar os seus palpites.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O cenário da seleção brasileira para o futuro ainda é incerto, e tudo leva a crer que tempos difíceis virão pela frente.
Leia também
Além de não contar com os craques de outrora, nem mesmo o novo treinador foi definido. Desde que Tite deixou o cargo, a seleção brasileira foi comandada por dois interinos: Ramon Menezes e Fernando Diniz. Os resultados, porém, não foram bons nem com um nem com o outro.
Acontece que, conforme veiculado na mídia, o novo treinador seria Carlo Ancelotti. Ele assumiria o comando da equipe em meados de 2024. Mas o italiano jamais confirmou essa informação, e a própria CBF nunca foi clara ao abordar esse tema.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita
Por enquanto, Diniz segue no cargo – mas ele será efetivado ou, de fato, sairá para a chegada de Ancelotti? Essa é a primeira questão que deve ser resolvida, mas nem de longe é a única.
O Brasil enfrenta uma verdadeira crise geracional, com jogadores tendo uma formação muito ruim na base. A própria seleção é um exemplo disso: de todos os atacantes costumeiramente convocados, quase nenhum sabe finalizar bem.
Isso mostra deficiências óbvias que têm sido perpetradas no futebol brasileiro. Também é perceptível a falta de produção de “camisas 10” e de bons cobradores de falta. Na prática, temos abundância de velocistas e de jogadores que trocam passes de dois metros.
Ou seja, há todo um trabalho a ser feito, independentemente de quem seja o novo comandante da seleção. O Brasil, é claro, jamais deixou de produzir bons jogadores, mas houve uma queda de qualidade – e quantidade – bastante significativa.
O futuro, portanto, ainda é incerto, mas o torcedor brasileiro sempre tem esperança no surgimento de bons jogadores. Por mais que seja preciso repensar a formação nos clubes, há nomes interessantes aparecendo.
Endrick, de apenas 17 anos, é um deles. O garoto foi decisivo na arrancada do Palmeiras que culminou no título brasileiro de 2023. Mas, além dele, Vitor Roque, Gabriel Moscardo, Lucas Beraldo, entre outros, também têm animado o torcedor.
É preciso, sim, mudar muitas coisas no futebol brasileiro, mas mesmo em tempos de crise, o país consegue produzir suas pérolas.